Archive for the ‘Experiências’ Category

“Voltem-se para Mim”

1 setembro 2011

“Portanto dize-lhes: Assim diz o Senhor dos Exércitos: Voltai para mim, diz o Senhor dos Exércitos, e eu voltarei para vós, diz o Senhor do Exércitos.” Zacarias 1:3.

Todos os livros do Antigo Testamento que tratam do povo de Israel e que são escritos por um profeta tem essas palavras de Deus em alguma parte do livro. Às vezes está no livro mais de uma vez. Deus havia feito uma aliança com o povo de Israel. Essa promessa era que se o povo não se afastasse de Deus e mais ainda, se abandonasse os maus caminhos e se voltasse para o Pai do céu, Ele estaria sempre com o povo os ajudando, cuidando e protegendo.

Não sei se você já percebeu que a história do povo de Israel é a nossa história escrita na Bíblia. Por vezes nos rebelamos e vamos para longe de Deus. E o que acontece? O que é natural quando estamos longe de Deus. Não temos paz. Nossa vida por mais que pareça ser próspera é vazia e sem sentido. E então Deus nos olha e nos lembra da aliança que fez conosco na cruz do Calvário e diz: “Eu sou o Senhor dos Exércitos, Criador de todas as coisas e que te amo muito. Volta para mim. Gasta tempo comigo. Entrega o teu caminho para Mim e deixa que eu resolvo as coisas. Sou o Alfa e o Ômega, conheço tudo desde o princípio. Volte-se para mim e eu me voltarei para ti.”

E normalmente o que a gente faz também é igual ao povo de Israel, damos as costas e seguimos a vida como se nada tivesse acontecido. Tenho tido uma experiência incrível na minha vida há duas semanas. Decidi me aproximar mais de Deus através do culto pessoal e da oração pessoal. E tem sido uma bênção que só quem vive isso sabe descrever. Estar nos braços de Jesus deixando Ele decidir o que é melhor para minha vida e deixando Ele resolver qualquer problema que possa acontecer não tem preço. Sabe o que é mais legal? Deus sempre cumpre a parte dEle da promessa. Tem sido muito bom começar o dia Deus e continuar depois conversando com o Pai Celestial. E claro que não podia deixar de te convidar a fazer o mesmo. É tão bom, mas tão bom estar com Deus que você precisa experimentar. Tente, vale a pena voltar para o Deus que sempre é Fiel.

Iniciação ao twitter

9 agosto 2010

Sou um pouco atrasado em aderir às novas tecnologias. Nunca fiz nada num computador da Apple, só joguei um pouco num i touch, minha mulher tem um i pod shuffle que eu nunca usei e não gosto de trocar de celular pra não ter que aprender tudo de novo como operar. Sei que é vergonhoso, mas é verdade…

Ouvi falar do twitter há uns 3 ou 4 anos, num programa da MTV. Eles diziam que era a mais nova febre da internet e que a pergunta básica que se respondia era ‘o que você esta fazendo agora?’. Eu achei que aquilo não me interessava.

Aparentemente, agora, parece que interessa a todos, e aquela pergunta foi alterada para a declaração ‘dá uma olhada aqui no que eu penso que te interessa ficar sabendo agora’.  Falo isso baseado no que superficialmente tenho ouvido falar, afinal, ainda não estou no twitter!!! Mas tenho um amigo que ‘manja muito’ de novas tecnologias que disse que eu devia entrar no twitter e, embora eu ainda não saiba muito bem o que fazer lá, pretendo fazer isso hoje!

Assim como eu, muitas outras pessoas ainda estão de fora, e outras, como o meu amigo, já estão por dentro. Se você já identificou os benefícios, a funcionalidade, a agilidade ou algum outro atributo desta ferramenta e acha legal compartilhar sua experiência pra  facilitar a compreensão de outros ignorantes como eu (hehehe), ou melhor, iniciantes como eu, deixe sua dica num comentário aqui.

A Fuga do Rock (2)

15 dezembro 2009

Brian Neumann

Entrando em cena

Despontei no cenário musical local. A banda de que fazia parte chamava-se Primeira Página e se apresentava na televisão; nossa música era também tocada em algumas estações de rádio. Contatos com um produtor musical logo acrescentaram avanços à minha carreira. Tornei-me bom amigo de Manlio Celloti, dos estúdios HI-Z, que logo formou um grupo de três membros. Depois de gravar durante um ano em estúdios, estávamos prontos para viajar para além-mar.

Após três meses de estada na Alemanha, nossa banda de pop e rock, O Respeito, firmou contrato com a Discos Polydor, de Hamburgo. A gravadora lançou nosso disco Ela é Tão Mística em setembro de 1986. Esse lançamento abriu novas portas. A banda foi convidada a fazer parte de uma coleção alemã de LPs, com artistas do calibre de Janet Jac-kson e Elton John.

A vida se tornou uma miragem constante de programas, sessões de estúdio, entrevistas, mulheres, drogas e mais drogas. A essa altura, minha condição moral tinha-se deteriorado a tal ponto que nenhum tipo de vício me era estranho. Nesse meio tempo, o sucesso de nossas gravações produziram desavenças entre os membros da banda, e finalmente nos separamos.

Um dia depois de uma maratona de estúdio e uma orgia de drogas, acordei com o rosto no chão de um banheiro frio, na casa de uma vocalista de Hamburgo. Estava me afogando em meu próprio vômito, lutando pela vida. Contudo, achava-me bastante consciente para invocar o Deus de minha juventude, a quem eu havia esquecido há muito.

Ele, porém, não me tinha olvidado ou abandonado. Algo miraculoso ocorreu naquele dia. Meus rumos haviam provocado uma reviravolta importante, mas esse foi apenas o começo de uma viagem tortuosa, durante a qual experimentei muitas recaídas no rock, antes de libertar-me desse vício infame.

(continua…)

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

Grande Conflito

2 dezembro 2009

Estou lendo este livro e não cheguei à metade ainda, mas com certeza já é um dos melhores livros que li. O livro traz à realidade o conflito entre Deus e Satanás e como esse conflito é presente em nossa vida hoje e conta como a história pós Jesus é moldada por esse conflito. Em cada capítulo vemos como Satanás tenta destruir o povo de Deus à força, com guerras e opressão, e com enganações, mudando a Palavra de Deus, mas vemos também a mão poderosa de nosso Senhor protegendo os Seus filhos e a Sua palavra de todo o mal. Quem gosta de história se apaixona desde o primeiro capítulo quando Ellen White, inspirada por Deus, retrata as cenas da destruição de Jerusalém em 70d.c. por Tito e as tropas romanas. Com um pouco de imaginação você se sente lá na época da guerra. As reações do povo com algumas mães comendo os próprios flihos, do general romano não querendo invadir a cidade e por consequência destruir o templo e do exército são muito bem detalhadas.

Os próximos capítulos tratam da Idade Média. Ellen White conta como as leis de Deus foram mudadas aos poucos, quase que imperceptivelmente. Conta como a Palavra de Deus e seus seguidores foram perseguidos e levados à morte por não aceitarem as novas regras impostas pela Igreja Católica. Explica claramente e sem rodeios quem está por trás do Vaticano.

Como minha intenção não é contar todo o livro e sim fazer com que você fique com vontade de ler vou parar por aqui. Se você ler e quiser debater entre em contato conosco, nós estamos estudando-o no pequeno grupo. Daqui a pouco vamos estudar o capítulo 8 – “O Poder Triunfante da Verdade” que fala sobre Lutero.

Leia esse livro! Com certeza vai mudar a sua vida.

Pai Relapso de Filho Mimado

15 maio 2009

As coisas não mudam muito de um lugar para outro. As experiências vividas no bairro Menino Deus em Porto Alegre podem ser as mesmas que um agricultor do Nepal vivencia. Isso porque as coisas que envolvem o cotidiano de todos no mundo, raramente mudam radicalmente. Casa, trabalho, lazer, às vezes igreja, e de volta pra casa de novo. Nesses lugares ou no caminho que os separam, pode acontecer muita coisa.

 No trabalho, por exemplo, nós adventistas uma hora ou outra acabaremos testemunhando do sábado. Mais de uma vez. A reação de empregadores e colegas, variavelmente é de choque. E o custo que se paga pela sinceridade e fidelidade acaba sendo preconceito, desentendimento e dissidência.

 Não só dos terceiros, os não-adventistas, mas da gente mesmo. Depois de uma reação meio atravessada, vai dizer que não emerge uma vontade de mandar a pessoa estudar Êxodo 20? Soltar um: vai ler a Bíblia, rapaz, depois vem falar comigo.

 Essa semana, alguém resolveu disseminar sua opinião entre nossos colegas de trabalho de que quem não trabalha no sábado por causa de religião, é vagabundo. A pessoa continuou sua tese, mal sabe ela, nada original: aqui na Nova Zelândia, não tem essa história de sábado. Quem quer juntar dinheiro, trabalha quando tiver trabalho. Deus não se importa.

 Quando ouvi isso, passei boa parte da tarde refletindo a respeito. Principalmente do conceito que essa pessoa tem de Deus. Um ser, uma entidade que se comporta como um pai relapso perante um filho manhoso. Deus mandou que eu respeitasse o dia que ele separou, mas eu não quero. Eu acho que posso fazer o que bem entender nesse dia. E só porque eu penso assim, acho que ele vai me compreender, respeitar e acima disso, me encher de privilégios. Entre eles o Céu, claro.

 Pra terminar. Primeiro, por mais que as coisas pareçam difíceis, Deus vai sempre reservar trabalho, dinheiro, sustento pra quem decidir se posicionar ao seu lado na trincheira da vida. Segundo, olhar o cisco no olho alheio é distração. Eu, tu, ele e todos os pronomes pessoais dentro da igreja podem estar tropeçando na mesma pedra: a guarda do sábado. Porque guardar o sábado não se resume a não trabalhar. Terceiro, daqui a pouco vamos entrar nesse dia separado por Deus, agora, hoje, não seja um filho mimado.

Preciosas Promessas de Páscoa

18 abril 2009

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Você deve conhecer aquela caixinha cheia de papéis com versos bíblicos chamada de “Preciosas Promessas”. Na minha família, é costume além de tirar um papelzinho para você mesmo, tirar também um verso dedicado a outra pessoa.

 

Neste feriado de Páscoa, fazendo o culto em casa, foi tirado pra mim o verso de João 3:16, um trecho bem conhecido, que muitos sabem de memória. Só que o verso foi lido assim: Porque Deus amou a Paula de tal maneira que deu seu Filho unigênito, para que ela, crendo, não pereça, mas tenha a vida eterna.

 

Lembrei-me da letra de uma música que pergunta: “Porque morreu meu Jesus por mim? Por que me amou assim?” É difícil de entender. Deus me amou tanto que deixou seu Filho vir a este mundo para ser desprezado, maltratado, humilhado e morrer no meu lugar. E Jesus teria feito esse sacrifício mesmo que fosse para salvar apenas a mim.


Não temos como compreender ou agradecer tão maravilhosa dádiva, trata-se de um amor que nos constrange (II Cor. 5:14). Só nos resta aceitar e tentar correspondê-lo. Pode haver melhor presente de Páscoa?

Subindo a montanha

8 abril 2009

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Texto de Erson Ramos

 

Na década de 70, a música com o titulo “A Montanha” de autoria de um famoso cantor pop fez um estrondoso sucesso no meio secular e até mesmo no meio cristão. Em sua letra, o autor dizia que subiria a montanha para “ficar mais perto de Deus e rezar”. Ele tinha uma longa lista pedindo a solução para as diversas mazelas humanas – que todos nós sabemos ser fruto do pecado de Adão e Eva.

 

Nos últimos anos, temos ouvido experiências de pessoas que sobem alguma montanha e, depois de jejuns e orações, relatam alcançar grande poder espiritual, ficando aptos a realizar verdadeiros prodígios na pregação do evangelho. Seria esta mais uma moda efêmera ou algum tipo de êxtase fanático? Creio que nem uma coisa nem outra.

 

Na semana passada, um grupo de pessoas da igreja adventista, em Pelotas, subiu a montanha. Por mais de 40 horas, em um “jejum com frutas”, eles ouviram pregações desafiadoras, oraram com fervor, cantaram com entusiasmo e experimentaram um revigoramento espiritual inédito para a maioria dos participantes.

 

A Bíblia relata diversos fatos relacionados com pessoas que subiram a montanha para orar e estar a sós com Deus, incluindo Cristo poucas horas antes de sua prisão e morte. Mas fica a dúvida: existe algum poder sobrenatural nas montanhas? Minhas orações no recôndito de meu quarto não têm o mesmo valor? Isto é muito simples de responder. Com certeza eu posso encontrar Deus em qualquer hora e lugar. Mas subir a montanha simboliza quebrar um dos maiores desafios da humanidade desde a saída do Éden: vontade de abandonar o conforto, o comodismo e o eterno desejo de afagar o próprio ego que cada um traz como uma maldita herança genética. Subir a montanha é avançar em direção a Deus de forma irreversível. É abandonar tudo e todos para se colocar inteiramente nas Mãos do Criador.

 

Confesso que a melhor experiência de minha vida foi ter subido a montanha e conhecido um Deus que eu proclamava, mas era estranho para mim. Eu subi a montanha e digo que, apesar de ter uma vida feliz aqui, eu não gostaria de ter descido de lá nunca mais, porque aquele lugar é o mais parecido com o Céu que a Bíblia tem me ensinado.

Me acompanha, Senhor?

30 março 2009

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Você já reparou que anda por vários lugares durante o dia? Você sai de casa pro trabalho ou pra faculdade, de lá para o almoço, de volta ao trabalho (ou faculdade) e depois pra casa. Isso sendo super sucinto nas nossas locomoções diárias.Outro dia fiz as contas de quanto tempo eu passava em locomoção por dia. Me assustei bastante quando percebi que passo (em média) 2 horas e meia por dia caminhando e andando de carro ou ônibus pelas ruas de Porto Alegre. Aí me liguei. Bah, é um baita tempo que eu estou à beira da morte.

Como assim? Uma das maiores causas de morte em nosso país, estado e cidade é o trânsito. É o tempo que estamos em locomoção. Então um belo dia caminhando e conversando com Deus eu vi um acidente. Coisa simples, danos materiais apenas. Mas eu comecei a pensar e questionar Deus sobre como somos vulneráveis. Como sem Deus somos nada, somos pó, somos frágeis.

Onde já se viu um ser humano sair de casa sem pedir a proteção de Deus? Hoje pra mim isso é absurdo! Nós não fazemos ideia do quanto Deus nos protege. Ficamos indignados quando vamos sair de casa e o pneu está murcho, quando estamos chegando na parada e o ônibus passa. Até parece que não sabemos que todas as coisas são controladas por Deus! “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus.” Rom 8:28.

Nunca saia de casa, ou do trabalho, de qualquer lugar sem pedir que Deus vá com você, que Deus te guarde de todo o mal. Não brinque com coisa séria. Deus oferece proteção, basta nós pedirmos. O mundo tá muito louco pra que nós achemos que não precisamos da proteção de Deus. Lembre disso: não saia de casa sem orar, sem buscar a Deus. Isso não te dá a certeza de que nada irá acontecer, mas dá a certeza de que Ele está no comando, que Ele está nos protegendo assim como fazia com o povo de Israel, é a nuvem que de dia era como sombra e de noite era como luz.

Comunicação – parte 1

23 março 2009


barde2Várias vezes, durante minha infância, ouvi meu pai contar de uma tia dele que era professora no interior do interior. Lá onde chamavam de ‘colônia’, numa época que para ser professora não precisava ter, necessariamente, um curso normal ou superior. Ela alfabetizava crianças usando um método de soletração! Ela soletrava primeiro e pronunciava a palavra inteira depois. Acontecia mais ou menos assim: B-A-L-D-E …BARDE! Isso mesmo, ‘barde’. E nós dávamos muitas risadas desta história, que reproduzo até hoje.

Meu pai, por sua vez, graduou-se em Letras e fez, inclusive, uma tal licenciatura plena, (embora eu não tenha bem idéia do que vem a ser isto). Assim, eu cobrava dele que, por ser ele professor de português, não deveria usar expressões como: “as pedra de parlepi”, “os cascaio da estrada véia” e “enchê os barde d’água”. Claro que exagerei um pouco nas expressões, hehe, eram coisas bem mais sutis… Esse uso acontecia, eventualmente, quando encontrávamos alguém que era do interior da ‘colônia’ e também falava assim.

Ele me deu uma resposta que na época não me convenceu, mas depois me serviu como lição de comunicação. Claro que com o tempo desenvolvi um conceito mais amplo sobre o assunto, mas a idéia é quase a mesma. Para que as pessoas entendam facilmente o que você quer lhes dizer você deve falar a linguagem e usar exemplos que elas estejam mais familiarizadas. Se você falar com um vocabulário rebuscado e usar exemplos que lhes são incomuns o canal de comunicação com elas pode ser interrompido, e o recebimento da mensagem, que seria o mais importante, pode falhar por tropeçarem no constrangimento e na ignorância, criando assim uma grande barreira. Conhecer o universo das pessoas que queremos nos comunicar ou relacionar é muito importante para não sermos mal interpretados e não ofendê-las. Também para não passarmos por esnobes e arrogantes. Comunicar é diferente de ensinar. Está mais para se relacionar.

Entendi que meu pai não queria ensinar seus conhecidos e parentes, queria ser próximo, ter conexão, entender e ser entendido, se relacionar.

Paulo apresenta uma lição parecida em 1 Coríntios 9:20-23

“E fiz-me como judeu para os judeus, para ganhar os judeus; para os que estão debaixo da lei, como se estivesse debaixo da lei, para ganhar os que estão debaixo da lei.

Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei.

Fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meios chegar a salvar alguns.

E eu faço isto por causa do evangelho, para ser também participante dele”.

 

Igreja na New Zealand

14 março 2009

Bebê KiwiEm Porto Alegre o dia se encaminhava para o pôr do sol de sexta feira; aqui, estávamos nós todos indo para a igreja mais uma vez. Nesse tempo que estamos overseas como os kiwis falam, temos experimentado várias coisas que adoraríamos dividir com nossos amigos mais chegados. Como fazer aquela viagenzona internacional que tantas vezes comentamos entre um pastel e outro. Pastel aliás, que não existe nessas bandas de cá.

Tentando suprir uma parcela muito, mas muito pequena dessa lacuna, fizemos um vídeo pra ajudar a mostrar uma autêntica igreja kiwi. Com a apresentação de dois ex-eas, (ou serão eas para sempre?) claro. Ah, o loirinho aí ao lado estava sentado na nossa frente. A Daiane não conseguiu resistir a tirar foto do molequinho.

Para dar uma atualizada no visual inchado dos ex-componentes, aqui vão fotinhos tiradas hoje. Sábado, 14 de março de 2009.

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Morte: fim ou início?

31 março 2008

Como a sua religião encara a morte? Você encara da mesma forma quando ela alcança algum próximo seu? Você fica tranqüilo ou profundamente triste? Durante o culto de sexta feira passada nos deixamos levar por essas questões ainda perplexos com a morte de Andressa, fiel evangelizadora pelotense de apenas 14 anos. Sábado, enquanto as palavras do culto ainda ressoavam em nossos ouvidos, a Paula e a Juliana receberam a notícia de que sua avó havia falecido. Num prazo muito curto elas tiveram que vivenciar nossas indagações.

Nós os adventistas, acreditamos que a morte é como um sono. Alma e corpo não interagem com ninguém, nem vão para lugar algum. O fôlego de vida que nos foi dado volta para Deus, e o corpo é agora uma massa sem vida que em breve voltará à sua origem. Essa realidade só muda na segunda vinda de Jesus, quando as trombetas dos anjos arrebentarão as sepulturas e os mortos em Cristo ressuscitarão primeiro, revestidos de imortalidade.

A Bíblia, palavra de Deus, nos diz que a morte é apenas um intervalo. Silenciosa noite que precede a maior manhã de toda a história. Aos que estão vivos, resta saber se podem dormir sossegados, porque afinal de contas, a morte pode ser o início da melhor experiência de todos os tempos: o céu. Onde não haverá mais nem a saudade que hoje acompanha os que ficaram.

”Pois para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro” Filipenses 1:21.

Nota:
O Grupo deseja à família da Paula, Juliana e Jaire, as mais sinceras condolências e muito respeito. Nossas orações agora se voltam para as pessoas que nesse momento triste de despedida, não podem impedir a forte sensação de saudade.

Pecado Despecaminado

20 fevereiro 2008

Tomo café. Aliás, tomava. Algumas vezes já tentei parar. Essa vez, eu espero, é a definitiva. A expressão do título eu ouvi pelo pastor Sérgio de Carazinho, no acampamento de verão. Já inventaram cerveja sem álcool, café descafeinado, daqui a pouco vão inventar o pecado despecaminado – dizia ele. Engraçadinho, mas verdadeiro e crucial.

Já tomei bastante café descafeinado, mas ele foi só uma distração. Quando faltou o dinheiro pra comprar esse modelo 3 vezes mais caro que o normal, acabei voltando para a velha cafeína. Minha decisão agora, mais do que atrasada, é parar de vez. Uma dor de cabeça me fez perceber quão ignorante é fazer exatamente o contrário do que sei que deveria fazer.

Minha leitura da expressão no entanto, é mais abrangente que isso. Ela ironicamente mostra como é perigoso se adaptar ao mundo. Manipular nossas preferências esperando que ainda caiba um pouco desse planeta na mala que vamos levar ao céu. Convenhamos, é perda de tempo. Até porque não existe filtro nenhum capaz de purificar o pecado.

Dentro do Trailer

18 dezembro 2007

Hoje provei um pouco do futuro. Virá como por assalto, se disse. Pois foi assim que me aconteceu. Entrei no trailer de um filme que ninguém sabe quando será a estréia.

Aqui na prefeitura, um funcionário trocava um disjuntor lá no térreo – eu trabalho no 11º andar – enquanto eu trabalhava no meu setor totalmente desavisado. A luz sumiu, ficamos no escuro, esperando e esperando. Duraram alguns minutos, eu lia um livro com a luz da rua esperando a eletricidade voltar, já que sem ela não há trabalho pra mim. O que eu não sabia é que o prédio havia sido evacuado por um começo de incêndio. Aliás, nem saberia, não fosse o meu amigo Régis ter subido alguns andares só pra me avisar.

Não fiquei muito preocupado, talvez até porque o próprio Régis não parecia muito preocupado com a notícia que me passava. Por isso, desci as escadas apressado, mas calmo. A comparação me veio logo que subia todos os andares de volta, por isso, ficai também vós apercebidos; porque, à hora em que não cuidais, o Filho do homem virá. (Mateus 24:44)

As repercussões desse pequeno incidente hoje foram quase nenhuma. Gastaram um extintor de incêndio, os bombeiros apitaram pela cidade, mas nada além disso. Naquela data, vai ser muito diferente, e nela espero não estar no 11º andar da prefeitura, tranqüilo, esperando que alguém me chame, porque se for assim, bom, que não seja. 

O número premiado

5 novembro 2007

filipe2.jpgDeus sabia o número do telefone e contou pra ela em sonho! Foi incrível!

Estávamos sentados ao redor da mesa com a Bíblia aberta por cerca de vinte minutos. Era uma sala simples com móveis de madeira já desgastados pelo tempo. Alguns santos católicos pendurados na parede. Apesar de ser uma manhã ensolarada de domingo, o interior da casa parecia um pouco sombrio. Eu estava sentado e ao meu lado havia uma estante com alguns poucos livros. No chão, um tapete velho e sobre ele duas crianças de oito e dez anos brincando. Elas estavam esperando eu terminar o estudo bíblico com sua mãe, a dona da casa, e sua avó, uma senhora simpática, mas que se não a interrompesse passava o dia todo falando. De repente o telefone toca. O estudo pára. A dona da casa atende. Parecia um telefonema comum. Talvez um amigo ou parente. Mas nem imaginava o que Deus estava fazendo. A senhora disse: “Alô”. Ficou em silêncio por alguns momentos. De repente ela disse: “Eu acho que isso é um milagre de Deus”.
 

Era o mês de setembro do ano 2000. A conferência evangelística estava começando na cidade de Talca, sul do Chile. A experiência de servir como instrutor bíblico em um país estrangeiro estava sendo incrível. Nova língua, nova cultura, novas pessoas, tudo era muito interessante. Desde pequeno havia escutado histórias emocionantes de campos missionários e sempre havia tido o desejo de passar por algo assim. Mal podia acreditar. Com a ajuda dos irmãos eu já estava cuidando de mais de setenta estudos bíblicos. As conferências ocorreriam dentro de poucas semanas e o preparo deles era meu trabalho diário. Mas entre todos os estudos, naquele ocorreu algo diferente. Já havia visitado algumas vezes aquela família. Estudava primeiro com a mãe a e avó, e logo com as crianças. Todos eram bem receptivos e eu estava bem animado com seus progressos a cada domingo. O estudo ia normal até tocar o telefone. 

De volta a cena.
Mais uma vez a senhora ficou em silêncio por alguns instantes. Logo disse: -Eu sou evangélica. Minha mãe é católica e estamos estudando a Bíblia com um rapaz adventista. Ouviu mais um pouco e se despediu. Logo então veio me contar o que havia ocorrido. Disse ela: “-Olha que interessante!”. E me contou que uma senhora, que ela não conhecia, havia ligado e as duas conversaram o seguinte:
-Alô.
-Alô. Respondeu a dona da casa.
-Eu sei que pode parecer estranho o que vou contar, mas espero que me escute. Ontem à noite tive um sonho. E nesse sonho eu via somente um número de telefone. Acordei hoje cedo pela manhã com ele na cabeça. Tentei não dar importância, mas não consegui. Parece que algo me impulsionava a ligar. Fiquei curiosa, decidi discar o número e você atendeu. Desculpe o incômodo. Isso parece loucura, você não acha?
-Eu acho que isso é um milagre de Deus.
-De que religião vocês são?
-Eu sou evangélica. Minha mãe é católica e estamos estudando a Bíblia com um rapaz adventista.
-Adventista! Tenho uma sobrinha adventista. Vou falar com ela. Muito obrigada pela conversa.

As duas se despediram e a dona da casa veio me contar o ocorrido. Eu não dei muita importância no momento porque o meu tempo era curto devido à quantidade de estudos e porque eu sempre fiquei um pouco “com o pé atrás” em aceitar estes tipos de milagres e manifestações divinas. Os dias passaram e eu me esqueci do ocorrido. As conferências estavam acabando e muitas pessoas haviam sido batizadas. Era meu último sábado em Talca. O culto havia terminado e eu estava sentado enquanto todos deixavam a igreja quando, de repente, alguém tocou o meu ombro. Era uma das jovens da igreja. Eu a cumprimentei e ela disse:
-Filipe, gostaria de te apresentar a minha tia. Ela quer contar pra você uma história.

Sentamos-nos e ela começou a contar:
-Há algum tempo atrás eu sonhei com um número de telefone…
Escutei a história e quase não podia acreditar! Era a mesma senhora que havia ligado naquela manhã de domingo! Esta era a primeira vez que ela visitava a igreja. Disse haver gostado muito do culto e queria conhecer mais sobre Cristo. Ela se emocionou ao saber que eu era o jovem que estava dando estudos bíblicos no dia do telefonema. Foi incrível como o Espírito Santo a conduziu a verdade, e eu fiquei muito grato a Deus por ter presenciado aquele milagre. 

Estamos vivendo nos últimos dias da historia deste mundo. As pessoas estão sedentas pela Palavra de Deus. Muitos andam perdidos pela vida esperando alguém que os indique o caminho. Deus esta usando todos os meios para salvar os seres humanos, e ele quer usar você também. Somos instrumentos nas Suas mãos. Está você disposto a deixar-se usar por Cristo?

Esta história está relatada na revista ConexãoJA de Out-Dez, 2007, o autor, Filipe Jardim, serviu como estudante missionário em vários países e atualmente é pastor em Santa Catarina.

Estudante cristão

18 outubro 2007

leo.jpgSou estudante de Engenharia Metalúrgica na UFRGS e no semestre passado a prova final de uma das cadeiras foi marcada para um sábado. Eu, como adventista do sétimo dia, fui falar com a professora coordenadora da cadeira para achar alguma solução, certo de que Deus faria algo extraordinário. Havia uma grande corrente de oração por mim. Entrei na sala em que ela estava e expliquei a minha situação.

São mais ou menos mil alunos que fazem essa cadeira e a professora respondeu que não podia mudar o dia da prova por causa da minha religião. “Esta cadeira e esta Universidade estão acima de você”, disse ela. Eu disse que ela estava certa, mas que Deus estava acima de qualquer prova ou Universidade e que não me importava de repetir um semestre. Finalmente ela disse que se alguém ficasse doente e entrasse com atestado médico, eles seriam obrigados a fazer uma outra prova e ela me chamaria.

Eu saí bem abatido pensando que teria que repetir o semestre, mas também com o conforto de que “todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam a Deus”. Passou-se o sábado e alguns dias. Na quarta-feira daquela semana eu recebi uma mensagem da professora dizendo que um rapaz havia entrado na junta médica com atestado e que na sexta-feira de manhã haveria uma prova extra. Eu fiquei muito emocionado. No mesmo momento contei pra minha mãe, alguns amigos, e claro, agradeci muito a Deus. Deus está sempre com muita vontade de nos ajudar, mas nós tentamos resolver tudo sozinhos. Precisamos depender mais de Deus. Portanto, não duvide de Deus, ele pode fazer milagres como esse e até maiores por você.