Archive for the ‘Comportamento’ Category

Criando Uma Atmosfera Pura

9 maio 2012
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“Todo lar cristão deve ter regulamentos; e os pais, em palavras e comportamento de um para com o outro, devem dar aos filhos um exemplo precioso e vivo do que desejam que eles sejam. (…) Esses princípios lhes regerão a vida e serão guiados em suas relações com os demais. (…) Seja cada lição de molde a elevar e enobrecer o caráter, e os registros feitos nos livros do Céu serão de tal natureza que vos não envergonhareis de contemplá-los no juízo.

As crianças que recebem esta espécie de instrução… estarão aptas a ocupar lugares de responsabilidade e, por preceito e exemplo, estarão constantemente ajudando outros a procederem retamente (…). – Special Testimonies, Série B, n° 16. 

Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu (…). – Review and Herald, 17 de novembro de 1896″.
 
O Lar Adventista, pp 16 e 17.
Ellen G White
Série 5 minutos
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Destino

26 setembro 2011


“Se vos alienastes e deixastes de ser cristãos bíblicos, convertei-vos; pois o caráter que apresentardes no tempo de graça será o caráter que tereis por ocasião da vinda de Cristo. Se desejais ser santos no Céu, deveis sê-lo primeiro na Terra. Os traços de caráter que nutrirde
s na vida não se mudarão pela morte ou pela ressurreição. Saireis do sepulcro com a mesma disposição que manifestáveis no lar e na sociedade. Jesus não muda o caráter em Sua vinda. A obra de transformação precisa ser feita agora. Nossa vida diária está determinando nosso destino” (Carta 18b, 1891).

Ellen G. White
O Lar Adventista, P. 16.

Série 5 minutos 

Moderação

22 agosto 2011


“Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade. Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que t
e destruirias a ti mesmo? Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo? Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso. A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade. Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque. Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas a ouvir o teu servo a amaldiçoar-te, pois tu sabes que muitas vezes tu mesmo tens amaldiçoado a outros.

Eclesiastes 7:15-22

Série 5 minutos 


Ídolos

16 agosto 2011

Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca e não falam; têm olhos e não vêem; têm ouvidos e não ouvem; pois não há alento de vida em sua boca. Como eles se tornam os que os fazem, e todos os que neles confiam.” (vs. 15-18).

Salmos 135
Série 5 minutos

Advertências solícitas

18 novembro 2010

“Paralelamente às promessas que promovem o nosso desenvolvimento pessoal, as cartas do Apocalipse nos alertam quanto à perigosa tendência de nos tornarmos excessivamente confiantes. Os crentes de Sardes e de Laodicéia sentiam-se tão seguros de que tudo corria bem com eles, que chegaram ao ponto de cair num estado de desânimo e sonolência. Os efésios abandonaram seu primeiro amor. O risco de nos tornarmos excessivamente confiantes é inerente ao cristianismo. Conhecemos tanto a respeito do amor de Deus, de Sua disposição em perdoar-nos e aceitar-nos tais quais estamos (e é certo que devemos conhecer essas verdades maravilhosas), que podemos facilmente equivocar-nos e pensar que Ele estará satisfeito se permanecermos como estamos.

Porventura os parentes já chegaram em sua casa no momento em que você está voltando de férias, com todas as crianças, seu enorme cachorro e uma montanha de roupas sujas? Você os convidou a passar a noite, e eles se “acamparam” durante uma semana? Eles esvaziaram a geladeira, rasgaram o sofá, mancharam o carpete e, finalmente, foram embora mal-humorados?

Pois bem, você os recebeu inicialmente com boas-vindas, não é certo? Você os aceitou tais quais estavam, não é? Entretanto, desejava você que eles se comportassem da forma como se comportaram?

Certamente não podemos pagar a Deus pelo alimento que Ele nos serve, ou pelas vestiduras e ouro que Ele nos vende. Não é Seu desejo que Lhe paguemos. Nem mesmo deseja que Lhe ofereçamos qualquer pagamento. Mas é Seu desejo que nos desenvolvamos como homens e mulheres de caráter, servindo inteligentemente às outras pessoas por amor a Ele, falando às mesmas de Sua bondade e provendo-lhes, de nossa parte, um exemplo que sirva como inspiração. Ele almeja que nossa família se torne uma inspiração para toda a vizinhança.

Os próprios membros de nossa família desejam que cada um de nós modifique o procedimento em vários pontos, “crescendo” nos mesmos, e nós o sabemos perfeitamente bem” (p.120-121).

C. Mervyn Maxwell, Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse.
Série 5 minutos

No Corredor da Morte

20 agosto 2010

O que você faria se estivesse no corredor da morte? Durante os 18 anos que Michael Ross ficou lá ele pôde refletir bastante sobre o perdão. Enquanto aguardava a execução, escreveu algumas interessantes ‘Reflexões Sobre o Perdão’.

Ele escreveu: “Sou o pior dentre os piores em minha unidade. Matei mais pessoas do que o restante dos prisioneiros juntos, no corredor da morte. No entanto, pela graça de Deus, eu hoje tenho mais paz mental e liberdade do que os demais prisioneiros.”

“Não estou falando de liberdade física. A minha liberdade transcende o mundo físico. É uma liberdade que poucos compreendem, na verdade, muitas pessoas aqui na prisão zombam de mim quando falo sobre isso. A liberdade que experimento só pode ser alcançada através da graça de Deus.”

“Sou grato a Deus por ter-me perdoado os crimes que cometi contra a humanidade. Se as famílias de minhas vítimas algum dia serão capazes de me perdoar, eu não sei, embora eu ore para que elas consigam. O que sei é que Deus me ensinou a perdoar aqueles que me feriram, e aí reside grande parte da liberdade que desfruto.”

Ele aprendeu que “o ressentimento é comparado a segurar uma brasa viva nas mãos, com a intenção de jogá-la no seu ofensor, enquanto você próprio se queima”. Ele conta que perdoou a sua mãe por todos os abusos que ele sofreu na infância.

Deus …”perdoe-nos assim como nós perdoamos nossos devedores…” Essa deveria ser uma realidade na nossa vida né?

Julgando Pela Aparência

3 junho 2010

Tirei essa história da meditação “Com a Eternidade do Coração” de Rubem M. Scheffel, dia 26 de maio.

Malcom Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade de Harvard. Eles não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles caipiras do interior nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.

– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.

– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela. O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. – Ele amava Harvard. Mas, um ano atrás, ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.

– Minha senhora – disse rudemente o presidente -, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.

– Oh, não! – respondeu rapidamente a senhora. – Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de 7,5 milhões de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou. O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando para Palo Alto, Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade de Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno de Harvard.”

Fora do Comum

27 maio 2010

Sábado passado o grupo participou de uma vigília realizada na igreja, ou melhor, no pavilhão da igreja da Vila Augusta, em Viamão. A vigília foi organizada pelo clube de jovens chamado “Fora do Comum”, que reúne jovens de várias igrejas do distrito, e contou com umas 200 pessoas.

O nome do clube não poderia ser mais sugestivo. Jovens que fazem uma vigília sábado à noite enquanto muitos estão “curtindo” a vida, jovens que proclamam a volta de Jesus, jovens que não tem vergonha de dizer que são cristãos, jovens que não bebem, que não fumam, que não vão a festas, etc. Esses jovens são fora do comum. Parabéns ao pessoal do Clube pelo nome e pelo trabalho que faz com os jovens da nossa igreja.

A Fuga do Rock (3)

22 março 2010

Brian Neumann

A volta à sanidade

Retornei à África do Sul resolvido a livrar-me de meu passado pecaminoso e iniciar uma nova vida. Decidi seguir o exemplo dos Músicos Cristãos Contemporâneos, usando meu talento na execução de versões modificadas de rock como meio de testemunhar.

Logo reconheci que não havia diferença significativa entre o rock secular e sua versão “cristã”, independentemente da letra. Música cristã contemporânea que se conforma com os critérios básicos do rock não pode ser usada legitimamente como música de igreja. A razão é simples: o impacto do rock ocorre pela música e não pela letra.

Esse pendor pelo rock através de seu “primo cristão” resultou em nova queda. Comecei a fazer concessões à espécie de música que eu tocava. O compromisso era fácil porque tudo o que eu tinha a fazer era mudar a letra. O estilo musical permanecia o mesmo. Retornei gradualmente à escuridão total e retomei rapidamente minha trajetória roqueira em Cape Town.

Numa de minhas apresentações ao vivo conheci Sue, que haveria de se tornar uma parte muito importante em minha vida. Sue e eu assistimos a seminários de profecia realizados em nossa cidade. Como resultado, fomos batizados na Igreja Adventista. A verdade recém-encontrada satisfazia nossas convicções. Contudo, três meses mais tarde estávamos fora da igreja. O rock ainda estava em minha alma. Antes que me desse conta, eu estava mais uma vez deslizando para o mundo da música popular.

Então formei minha própria banda, que recebeu o nome de Projeto Caim, um nome apropriado para meu desalento espiritual. Eu estava ocupado gravando com o pianista Duncan Mckay, da famosa banda “10 CC”, quando fui chamado até Port Elizabeth, mil quilômetros ao norte de Cape Town. O contrato requeria um programa de três meses. Fui contratado como solista, trabalhando seis noites por semana numa das boates mais famosas da cidade.

Port Elizabeth tornou-se a etapa final de minha peregrinação. Aluguei uma casa perto de uma praia isolada. Como trabalhava de noite, tinha tempo durante o dia para passear ao longo da praia e refletir sobre tudo que se passara em minha vida durante os últimos anos. Senti o Espírito Santo falar-me como nunca antes. Examinei os recessos mais íntimos de minha mente confusa. Às vezes as verdades ocultas de minha alma ferida eram duras demais de se enfrentar. Mergulhei em angústia e vergonha, e permiti que as lágrimas de arrependimento umedecessem as manchas de meus pecados. Por vezes sentia a admoestação e o consolo do Espírito, trazendo cura espiritual à minha vida.

A porta da aceitação de Deus parecia aberta. Ousadamente entrei por ela, deixando atrás meu passado escuro. Ao voltar para casa, em junho de 1994, Sue e eu tomamos a decisão de que, pela graça de Deus, não haveria mais retorno ao mundo do rock. Cortei toda ligação com ele. Seis meses mais tarde nos casamos e desde então temos dedicado nossas vidas a um ministério especial em favor daqueles que buscam escapar do poder hipnótico do rock.

(continua…)

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

A Fuga do Rock (2)

15 dezembro 2009

Brian Neumann

Entrando em cena

Despontei no cenário musical local. A banda de que fazia parte chamava-se Primeira Página e se apresentava na televisão; nossa música era também tocada em algumas estações de rádio. Contatos com um produtor musical logo acrescentaram avanços à minha carreira. Tornei-me bom amigo de Manlio Celloti, dos estúdios HI-Z, que logo formou um grupo de três membros. Depois de gravar durante um ano em estúdios, estávamos prontos para viajar para além-mar.

Após três meses de estada na Alemanha, nossa banda de pop e rock, O Respeito, firmou contrato com a Discos Polydor, de Hamburgo. A gravadora lançou nosso disco Ela é Tão Mística em setembro de 1986. Esse lançamento abriu novas portas. A banda foi convidada a fazer parte de uma coleção alemã de LPs, com artistas do calibre de Janet Jac-kson e Elton John.

A vida se tornou uma miragem constante de programas, sessões de estúdio, entrevistas, mulheres, drogas e mais drogas. A essa altura, minha condição moral tinha-se deteriorado a tal ponto que nenhum tipo de vício me era estranho. Nesse meio tempo, o sucesso de nossas gravações produziram desavenças entre os membros da banda, e finalmente nos separamos.

Um dia depois de uma maratona de estúdio e uma orgia de drogas, acordei com o rosto no chão de um banheiro frio, na casa de uma vocalista de Hamburgo. Estava me afogando em meu próprio vômito, lutando pela vida. Contudo, achava-me bastante consciente para invocar o Deus de minha juventude, a quem eu havia esquecido há muito.

Ele, porém, não me tinha olvidado ou abandonado. Algo miraculoso ocorreu naquele dia. Meus rumos haviam provocado uma reviravolta importante, mas esse foi apenas o começo de uma viagem tortuosa, durante a qual experimentei muitas recaídas no rock, antes de libertar-me desse vício infame.

(continua…)

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

A Fuga do Rock

25 novembro 2009

Por Brian Neumann

Minha peregrinação espiritual do rock para a Rocha dos Séculos é uma história dolorosa de vício, autodestruição e redenção.

Meus pais eram missionários adventistas do sétimo dia. Portanto, pareceria quase um absurdo que seu filho mais moço, criado no coração da África, mergulhasse no mundo do rock.

Todavia, isso aconteceu. Não súbita, mas gradualmente. Teve início quando, em companhia de alguns amigos, passei a ouvir certas músicas. Um cântico levou a outro e finalmente meus talentos naturais para a música e a arte foram canalizados para o sonho irreal e psicodélico do rock. Acabei sendo fisgado. O poder, as vestes, a fama e a presença mundial da revolução do rock cativaram-me. Logo me vi separado do mundo espiritual e da fé de meus pais. Uma nova era, uma nova cultura, tinham-se apoderado de minha vida, como ocorrera com a vida de tantos outros.

Logo passei para um estado permanente de rebelião. Nas palavras de um pop star do rock, David Crosby, “imaginei que a única coisa a fazer era roubar seus meninos… Ao dizer isso, não estou falando de seqüestrar, mas de mudar o sistema de valores, que os remove muito efetivamente do mundo de seus pais”.1″.

Meu sonho era aprender a tocar violão, coisa que fiz a toda pressa a fim de conquistar o “mundo deslumbrante de sexo, drogas, moda e rock’n’roll”. Eu sabia que o rock era exatamente isso. O próprio empresário dos Rolling Stones havia dito inequivocamente: “Rock é sexo. Você precisa impressionar os adolescentes com isso!”2

O rock e a cultura popular apregoavam ao meu subconsciente que não havia nada de errado com sexo pré-conjugal. O resultado tornou-se evidente em 1980, um ano após terminar o ginásio. Tornei-me, então, pai de uma criança.

(continua…)

 Notas e referências:
1. Peter Herbst, The Rolling Stone Interviews (Rolling Stones Press, 1981).
2. Time (April 28, 1967), p. 53.

Diálogo Universítário
http://dialogue.adventist.org/articles/12_3_neumann_p.htm
Série 5 minutos

Modelo Moderno???

16 outubro 2009

Por Gissela Kroll

Esse post é pra todas as gurias!

Muita gente, especialmente os jovens,  tem usado a televisão e a mídia em geral como modelo de como se deve ser, vestir, pensar, etc. A mídia é paga para, de forma repetitiva,  fazer com que as pessoas pensem  que só podem ser felizes se estiverem dirigindo certo carro, usando a roupa de certo estilo e certa marca, usando certo corte de cabelo, etc. Pior ainda, sendo que a maioria das modelos tem um certo “look”, a mídia passa a ideia de que só um tipo de aparência física  legal, bonito e de certa forma “aceita”. Quando ensinava sociologia para o ensino médio, minhas alunas faziam comentários frequentes quanto a como elas queriam ser diferentes fisicamente. Uma não era alta o suficiente, outra nao tinha pernas magras o suficiente, e assim por diante. A lista de como elas “deveriam” ser era extensa. Os seus modelos eram as meninas de capa de revista! Quantas jovens pelo mundo todo passam pela mesma coisa. Mal sabem elas da realidade por traz das fotos de capa de revista, outdors, etc. Achei esse vídeo super legal, espero que sirva para nos educar e para nos lembrar de que a beleza interior conta muito mais: essa sim, é duradoura.

Preparativos para o casamento

13 agosto 2009

1Há quem fuja do assunto, mas geralmente não são as mulheres. Elas encaram como um dos dias mais importantes da vida, mas vale lembrar que o dia do casamento é para a vida de casado como um vestibular é para uma vida profissional. É importante mas não é tudo.

Assim como o último colocado para a terceira chamada dos aprovados para o vestibular tem direito de cursar a faculdade, uma cerimônia de casamento ‘meia-boca’ também confere aos noivos o título de casados, mas o gostinho da preparação de cada detalhe a seu gosto, a sua assinatura e principalmente a satisfação de celebrar ao melhor estilo o amor, tem um sabor especial.

Uma ex-integrante do grupo está se preparando para o seu momento, e resolveu compartilhar um pouco de suas pesquisas com os internautas. Aqui vai o recado dela:

“Olá povo do Entre Amigos, que saudade!
Estou me ocupando do espaço de vcs pra escrever especialmente pras gurias, as do grupo e as que visitam por aqui.

Sou uma guria que curte coisas de casamento, então resolvi fazer um blog sobre o assunto.
Sempre gostei disso e ando pesquisando, pois o meu tá próximo (cruzem os dedos!).
Achei que seria legal dividir com as pessoas as coisas que acho nas minhas pesquisas, o que anda rolando em outros casamentos, etc.
É um blog com muitas fotos, dicas e idéias originais, pra o grande dia.
Pra quem está se preparando ou só quem curte casório e afins!
Espero que passem por lá e me deixei um “oi”!

Enjoy!”

http://mariliamarilda.wordpress.com/

a cara do blog

a cara do blog

The Story of Stuff

24 junho 2009

The Story of Stuff

Um recadinho ecológico pra quem gostar de comprar…
 
Não sei quantos de vocês já assistiram esse vídeo, mas acho ele muito interessante. O título é “The Story of Stuff”, e assim como o título ele é todo apresentado em inglês…sorry! Para a nossa alegria, para aqueles que precisarem e quiserem, o site também disponibiliza legendas em português, yes! Basta descer um pouco a barra de rolagem do site até um pequeno quadrado laranja no qual está escrito “Other languages?” e clicar.. as opções irão aparecer 🙂
 
Nele Annie Leonard  fala um pouco sobre o mundo consumista em que vivemos e procura passar um pouco de consciência sustentável àqueles que gostam de fazer umas comprinhas semanais “básicas”. Leonard é diretora deste projeto e já participou de vários outros grupos de proteção ambiental, entre eles o Greenpeace Internacional. Esta escritora engajada já viajou mais de 40 países, nos quais tem testemunhado as realidades que apresenta no vídeo.
 
O site é www.storyofstuff.com

Well..enjoy it!

“Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão”

31 maio 2009
(Foto: Claudia Silveira/G1)

Foto: Claudia Silveira/G1

 

Lia um site de notícias hoje pelo inicio da tarde, quando me deparei com uma matéria que a princípio me pareceu um tanto quanto engraçada. O título era: “Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão. Curso básico de culinária é saída para jovens que não sabem cozinhar. Moda da alta gastronomia dá lugar à necessidade de comida caseira”. A matéria vai apresentando jovens entre 24 e 32 anos que vêem a necessidade de aprender a cozinhar porque vão morar ou já moram sozinhas, porque vão se casar ou porque vão se mudar para o exterior.

 

Em seguida a repórter escreve: “Entre os alunos que procuram o curso básico de culinária (…) a maioria não tem referência familiar de cozinha, como acompanhar a mãe ou o pai preparando pratos para a refeição do dia-a-dia. ‘Acho que isso tem muito a ver com essa geração criada por pais que trabalham fora o dia todo. Essas crianças são os adultos de agora’”.

 

A princípio trazer essa matéria aqui pro blog pode parecer um tanto quanto bobo, mas paremos um segundo pra pensar. Em meio a uma vida de correria, em que as pessoas fazem suas refeições mais em restaurantes do que em casa, muitos de nossos jovens não têm mais a experiência e o privilégio de ter os pais em casa e todos ao redor da mesa na hora das refeições. O interessante é que, segundo a reportagem, grande parte dessas jovens é religiosa, muitas, evangélicas.

 

Nós, como cristãos adventistas, sabemos o quão importante é a família e o quanto os pequenos momentos como este são essenciais na construção de um lar sólido. Não é a toa que Ellen G. White possui um livro só sobre isso*. Mas será que alguns de nós também não estão precisando de umas aulinhas?

 

* O Lar Adventista

Semelhantes atraem semelhantes

18 maio 2009

criança-no-espelho

 “Os semelhantes atraem os semelhantes; os semelhantes apreciam os semelhantes. Que o amor pela verdade, pureza e bondade seja cedo implantado na alma, e o jovem procurará companhia daqueles que possuem essas características”.

 Ellen G. White l Patriarcas e Profetas l p. 176
Série 5 minutos

A revolução começou hoje?

29 abril 2009

Vamos, por um momento, fingir que não sabemos como achar todas as músicas online. Que não existe bittorrent e Comunidade Discografias (a versão 2.0). Esqueça que você é um iniciado e delete dos favoritos essas comodidades (ilegais, diga-se). Pois bem. Com essa amnésia temporária, você se sente como um dono de celular comum no Brasil, a média da população – que só conhece música “pirata” via CDs de coletâneas e arquivos passados por amigos. Para essa pessoa, a idéia de poder baixar qualquer música que quiser, a hora que quiser, sem pagar nada é, sem uma palavra melhor, revolucionária. E mesmo para quem conhece os meandros do Pirate Bay, um serviço assim seria mais rápido que qualquer outra solução e, para alívio das consciências mais pesadas, totalmente legal. Isso é o Comes With Music, uma idéia que vai na linha do que o Brian Lam pedia alguns dias atrás, pois entende que a única forma de fazer os piratas deixarem de ser piratas é dar-lhes uma interface rápida e opções ilimitadas por um preço baixo. De graça, tanto melhor. O Comes With Music – CWM, de agora em diante, é essa solução?

(more…)

Complementando…

28 abril 2009

Os últimos 2 posts que escrevi, escrevi em um momento honesto de profunda indignação com nossos governantes. Hoje vi um vídeo de um comentarísta político que é uma espécie de Paulo Sant’ana de Santa Catarina, sobre o escandalo das passagens.

Acredito que complementa o que escrevi. Assistam, divulguem e se você sentir um nó na garganta, uma vontade de chorar  e vontade de fazer alguma coisa, FAÇA!!!

Atitude

14 abril 2009

Quase todos os dias no caminho para o trabalho, ouço na Band News FM um jornal sobre as notícias do dia e atualidades. Recomendo o programa. Na sexta-feira (10/04) ouvi a seguinte manchete: “Marido rouba ambulância para transportar mulher grávida do posto de saúde para o hospital.” Resumindo a notícia, o casal chegou em um posto de saúde em Curitiba e a esposa grávida de 5 meses, não foi atendida pois era horário de almoço… o marido então enxergou uma ambulância estacionada na frente do posto de saúde, colocou a mulher dentro, e foi para o hospital mais próximo. Link Esse cidadão tomou uma atitude, questionável, mas tomou uma atitude. Não ouso julgar os motivos/razões que o levaram a decidir por “transgredir” uma lei clara, pois no lugar dele eu realmente não sei o que faria.

Uma das definições da palavra atitude no Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa, é a seguinte: “…tomar uma decisão enérgica para mudar uma situação insatisfatória que já perdura há algum tempo.”

Quando o Sr. Adriano Senhoriho resolveu “roubar” a ambulância para salvar sua esposa, ele, literalmente, tomou uma atitude energética para mudar uma situação insatisfatória que perdura há algum tempo, para ele e para os brasileiros que não conseguem pagar um plano de saúde. O Sr. Senhoriho é o meu herói da vez. Foi um brasileiro que tomou uma atitude.

A pergunta que me fiz é qual é o limite para o cidadão tomar uma atitude? Até onde vamos ver essa falta de vergonha de nossos governantes só reclamando em conversas de amigos, ou blogando? Quando vamos tomar uma atitude realmente?

Quando falo de tomar uma atitude, não falo em passeatas e quebradeiras. Mais sim de um voto consciente. Você sabe o nome do senador do estado? O nome de 5 deputados federais (temos 31).

Você tem tomado atitudes também na sua vida espiritual? Para mudar uma situação insatisfatória que perdura há algum tempo?

“sei as tuas obras, que não és frio, nem quente; prouvera a Deus que fosses frio ou quente; assim, porque és morno e não és frio, nem quente, vomitar-te-ei da minha boca” (Apocalipse 3:15-16)

Subindo a montanha

8 abril 2009

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Texto de Erson Ramos

 

Na década de 70, a música com o titulo “A Montanha” de autoria de um famoso cantor pop fez um estrondoso sucesso no meio secular e até mesmo no meio cristão. Em sua letra, o autor dizia que subiria a montanha para “ficar mais perto de Deus e rezar”. Ele tinha uma longa lista pedindo a solução para as diversas mazelas humanas – que todos nós sabemos ser fruto do pecado de Adão e Eva.

 

Nos últimos anos, temos ouvido experiências de pessoas que sobem alguma montanha e, depois de jejuns e orações, relatam alcançar grande poder espiritual, ficando aptos a realizar verdadeiros prodígios na pregação do evangelho. Seria esta mais uma moda efêmera ou algum tipo de êxtase fanático? Creio que nem uma coisa nem outra.

 

Na semana passada, um grupo de pessoas da igreja adventista, em Pelotas, subiu a montanha. Por mais de 40 horas, em um “jejum com frutas”, eles ouviram pregações desafiadoras, oraram com fervor, cantaram com entusiasmo e experimentaram um revigoramento espiritual inédito para a maioria dos participantes.

 

A Bíblia relata diversos fatos relacionados com pessoas que subiram a montanha para orar e estar a sós com Deus, incluindo Cristo poucas horas antes de sua prisão e morte. Mas fica a dúvida: existe algum poder sobrenatural nas montanhas? Minhas orações no recôndito de meu quarto não têm o mesmo valor? Isto é muito simples de responder. Com certeza eu posso encontrar Deus em qualquer hora e lugar. Mas subir a montanha simboliza quebrar um dos maiores desafios da humanidade desde a saída do Éden: vontade de abandonar o conforto, o comodismo e o eterno desejo de afagar o próprio ego que cada um traz como uma maldita herança genética. Subir a montanha é avançar em direção a Deus de forma irreversível. É abandonar tudo e todos para se colocar inteiramente nas Mãos do Criador.

 

Confesso que a melhor experiência de minha vida foi ter subido a montanha e conhecido um Deus que eu proclamava, mas era estranho para mim. Eu subi a montanha e digo que, apesar de ter uma vida feliz aqui, eu não gostaria de ter descido de lá nunca mais, porque aquele lugar é o mais parecido com o Céu que a Bíblia tem me ensinado.