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Criando Uma Atmosfera Pura

9 maio 2012
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“Todo lar cristão deve ter regulamentos; e os pais, em palavras e comportamento de um para com o outro, devem dar aos filhos um exemplo precioso e vivo do que desejam que eles sejam. (…) Esses princípios lhes regerão a vida e serão guiados em suas relações com os demais. (…) Seja cada lição de molde a elevar e enobrecer o caráter, e os registros feitos nos livros do Céu serão de tal natureza que vos não envergonhareis de contemplá-los no juízo.

As crianças que recebem esta espécie de instrução… estarão aptas a ocupar lugares de responsabilidade e, por preceito e exemplo, estarão constantemente ajudando outros a procederem retamente (…). – Special Testimonies, Série B, n° 16. 

Deus deseja que nossas famílias sejam símbolos da família do Céu (…). – Review and Herald, 17 de novembro de 1896″.
 
O Lar Adventista, pp 16 e 17.
Ellen G White
Série 5 minutos

Vocação

15 novembro 2011

“Assim diz o Senhor: Mantende o juízo e fazei justiça, porque a minha salvação está prestes a vir, e o minha justiça, prestes a manifestar-se.

Bem-aventurado o homem que faz isto, e o filho do homem que nisto se firma, que se guarda de profanar o sábado e guarda a sua mão de cometer algum mal.

Não fale o estrangeiro que se houver chegado ao Senhor, dizendo: O Senhor, com efeito, me separará do seu povo; nem tampouco diga o eunuco: Eis que eu sou uma árvore seca.

Porque assim diz o Senhor: Aos eunucos que guardam os meu sábados, escolhem aquilo que me agrada e abraçam a minha aliança, darei na minha casa e dentro dos meus muros, um memorial e um nome melhor do que filhos e filhas; um nome eterno darei a cada um deles, que nunca se apagará.

Aos estrangeiros que se chegam ao Senhor, para o servirem e para amarem o nome do Senhor, sendo deste modo servos seus, sim, todos os que guardam o sábado, não o profanando, e abraçam a minha aliança, também os levarei ao meu santo monte e os alegrarei na minha Casa de Oração; os seus holocaustos e os seus sacrifícios serão aceitos no meu altar, porque a minha casa será chamada Casa de Oração para todos os povos.

Assim diz o Senhor Deus, que congrega os dispersos de Israel: Ainda congregarei outros aos que já se acham reunidos”.

Isaías 56:18

Série 5 minutos 

Destino

26 setembro 2011


“Se vos alienastes e deixastes de ser cristãos bíblicos, convertei-vos; pois o caráter que apresentardes no tempo de graça será o caráter que tereis por ocasião da vinda de Cristo. Se desejais ser santos no Céu, deveis sê-lo primeiro na Terra. Os traços de caráter que nutrirde
s na vida não se mudarão pela morte ou pela ressurreição. Saireis do sepulcro com a mesma disposição que manifestáveis no lar e na sociedade. Jesus não muda o caráter em Sua vinda. A obra de transformação precisa ser feita agora. Nossa vida diária está determinando nosso destino” (Carta 18b, 1891).

Ellen G. White
O Lar Adventista, P. 16.

Série 5 minutos 

Moderação

22 agosto 2011


“Tudo isto vi nos dias da minha vaidade: há justo que perece na sua justiça, e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade. Não sejas demasiadamente justo, nem exageradamente sábio; por que t
e destruirias a ti mesmo? Não sejas demasiadamente perverso, nem sejas louco; por que morrerias fora do teu tempo? Bom é que retenhas isto e também daquilo não retires a mão; pois quem teme a Deus de tudo isto sai ileso. A sabedoria fortalece ao sábio, mais do que dez poderosos que haja na cidade. Não há homem justo sobre a terra que faça o bem e que não peque. Não apliques o coração a todas as palavras que se dizem, para que não venhas a ouvir o teu servo a amaldiçoar-te, pois tu sabes que muitas vezes tu mesmo tens amaldiçoado a outros.

Eclesiastes 7:15-22

Série 5 minutos 


Ídolos

16 agosto 2011

Os ídolos das nações são prata e ouro, obra das mãos dos homens. Têm boca e não falam; têm olhos e não vêem; têm ouvidos e não ouvem; pois não há alento de vida em sua boca. Como eles se tornam os que os fazem, e todos os que neles confiam.” (vs. 15-18).

Salmos 135
Série 5 minutos

Possuindo Tudo

5 agosto 2011


Pelo contrário, em tudo recomendando-nos a nós mesmos como ministros de Deus: na muita paciência, nas aflições, nas privações, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns, na pureza, no saber, na longanimidade, na bondade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, quer ofensivas, quer defensivas; por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama, como enganadores e sendo verdadeiros; como desconhecidos e, entretanto, bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e, contudo, eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo.” (vs. 4-10).

2 Coríntios 6
Série 5 minutos

Advertências solícitas

18 novembro 2010

“Paralelamente às promessas que promovem o nosso desenvolvimento pessoal, as cartas do Apocalipse nos alertam quanto à perigosa tendência de nos tornarmos excessivamente confiantes. Os crentes de Sardes e de Laodicéia sentiam-se tão seguros de que tudo corria bem com eles, que chegaram ao ponto de cair num estado de desânimo e sonolência. Os efésios abandonaram seu primeiro amor. O risco de nos tornarmos excessivamente confiantes é inerente ao cristianismo. Conhecemos tanto a respeito do amor de Deus, de Sua disposição em perdoar-nos e aceitar-nos tais quais estamos (e é certo que devemos conhecer essas verdades maravilhosas), que podemos facilmente equivocar-nos e pensar que Ele estará satisfeito se permanecermos como estamos.

Porventura os parentes já chegaram em sua casa no momento em que você está voltando de férias, com todas as crianças, seu enorme cachorro e uma montanha de roupas sujas? Você os convidou a passar a noite, e eles se “acamparam” durante uma semana? Eles esvaziaram a geladeira, rasgaram o sofá, mancharam o carpete e, finalmente, foram embora mal-humorados?

Pois bem, você os recebeu inicialmente com boas-vindas, não é certo? Você os aceitou tais quais estavam, não é? Entretanto, desejava você que eles se comportassem da forma como se comportaram?

Certamente não podemos pagar a Deus pelo alimento que Ele nos serve, ou pelas vestiduras e ouro que Ele nos vende. Não é Seu desejo que Lhe paguemos. Nem mesmo deseja que Lhe ofereçamos qualquer pagamento. Mas é Seu desejo que nos desenvolvamos como homens e mulheres de caráter, servindo inteligentemente às outras pessoas por amor a Ele, falando às mesmas de Sua bondade e provendo-lhes, de nossa parte, um exemplo que sirva como inspiração. Ele almeja que nossa família se torne uma inspiração para toda a vizinhança.

Os próprios membros de nossa família desejam que cada um de nós modifique o procedimento em vários pontos, “crescendo” nos mesmos, e nós o sabemos perfeitamente bem” (p.120-121).

C. Mervyn Maxwell, Uma nova era segundo as profecias do Apocalipse.
Série 5 minutos

Vasos de Barro

29 julho 2010

“Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós.

Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo.

Porque nós, que vivemos, somos sempre entregues à morte por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus se manifeste em nossa carne mortal.” .

2 Coríntios 4:7-11
Série 5 minutos

A Fuga do Rock (4)

18 abril 2010

Brian Neumann

Como fazer decisões enérgicas em relação à música

1. Decida sobre o que constitui boa música, na base de informação concreta e não sob pressão de colegas. Você não terá de sacrificar seu gosto pessoal ou preferências especiais. Elas simplesmente devem tornar-se santificadas e refinadas.

2. Considere suas novas escolhas musicais como sendo uma aventura, um processo de descoberta. Tome tempo para definir e refinar seu gosto. Você descobrirá que aquilo que considerava a única opção em música era apenas uma pequena fração da boa música disponível.

3. Escute cuidadosamente as palavras para determinar se são ou não boas do ponto de vista espiritual. Embora haja distinção entre a música e a letra que usamos para os cultos e as outras dedicadas ao entretenimento pessoal, o conceito básico de escolher aquilo que é puro e enobrecedor permanece o mesmo (ver Filipenses 4:8).

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

A Fuga do Rock (3)

22 março 2010

Brian Neumann

A volta à sanidade

Retornei à África do Sul resolvido a livrar-me de meu passado pecaminoso e iniciar uma nova vida. Decidi seguir o exemplo dos Músicos Cristãos Contemporâneos, usando meu talento na execução de versões modificadas de rock como meio de testemunhar.

Logo reconheci que não havia diferença significativa entre o rock secular e sua versão “cristã”, independentemente da letra. Música cristã contemporânea que se conforma com os critérios básicos do rock não pode ser usada legitimamente como música de igreja. A razão é simples: o impacto do rock ocorre pela música e não pela letra.

Esse pendor pelo rock através de seu “primo cristão” resultou em nova queda. Comecei a fazer concessões à espécie de música que eu tocava. O compromisso era fácil porque tudo o que eu tinha a fazer era mudar a letra. O estilo musical permanecia o mesmo. Retornei gradualmente à escuridão total e retomei rapidamente minha trajetória roqueira em Cape Town.

Numa de minhas apresentações ao vivo conheci Sue, que haveria de se tornar uma parte muito importante em minha vida. Sue e eu assistimos a seminários de profecia realizados em nossa cidade. Como resultado, fomos batizados na Igreja Adventista. A verdade recém-encontrada satisfazia nossas convicções. Contudo, três meses mais tarde estávamos fora da igreja. O rock ainda estava em minha alma. Antes que me desse conta, eu estava mais uma vez deslizando para o mundo da música popular.

Então formei minha própria banda, que recebeu o nome de Projeto Caim, um nome apropriado para meu desalento espiritual. Eu estava ocupado gravando com o pianista Duncan Mckay, da famosa banda “10 CC”, quando fui chamado até Port Elizabeth, mil quilômetros ao norte de Cape Town. O contrato requeria um programa de três meses. Fui contratado como solista, trabalhando seis noites por semana numa das boates mais famosas da cidade.

Port Elizabeth tornou-se a etapa final de minha peregrinação. Aluguei uma casa perto de uma praia isolada. Como trabalhava de noite, tinha tempo durante o dia para passear ao longo da praia e refletir sobre tudo que se passara em minha vida durante os últimos anos. Senti o Espírito Santo falar-me como nunca antes. Examinei os recessos mais íntimos de minha mente confusa. Às vezes as verdades ocultas de minha alma ferida eram duras demais de se enfrentar. Mergulhei em angústia e vergonha, e permiti que as lágrimas de arrependimento umedecessem as manchas de meus pecados. Por vezes sentia a admoestação e o consolo do Espírito, trazendo cura espiritual à minha vida.

A porta da aceitação de Deus parecia aberta. Ousadamente entrei por ela, deixando atrás meu passado escuro. Ao voltar para casa, em junho de 1994, Sue e eu tomamos a decisão de que, pela graça de Deus, não haveria mais retorno ao mundo do rock. Cortei toda ligação com ele. Seis meses mais tarde nos casamos e desde então temos dedicado nossas vidas a um ministério especial em favor daqueles que buscam escapar do poder hipnótico do rock.

(continua…)

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

A Fuga do Rock (2)

15 dezembro 2009

Brian Neumann

Entrando em cena

Despontei no cenário musical local. A banda de que fazia parte chamava-se Primeira Página e se apresentava na televisão; nossa música era também tocada em algumas estações de rádio. Contatos com um produtor musical logo acrescentaram avanços à minha carreira. Tornei-me bom amigo de Manlio Celloti, dos estúdios HI-Z, que logo formou um grupo de três membros. Depois de gravar durante um ano em estúdios, estávamos prontos para viajar para além-mar.

Após três meses de estada na Alemanha, nossa banda de pop e rock, O Respeito, firmou contrato com a Discos Polydor, de Hamburgo. A gravadora lançou nosso disco Ela é Tão Mística em setembro de 1986. Esse lançamento abriu novas portas. A banda foi convidada a fazer parte de uma coleção alemã de LPs, com artistas do calibre de Janet Jac-kson e Elton John.

A vida se tornou uma miragem constante de programas, sessões de estúdio, entrevistas, mulheres, drogas e mais drogas. A essa altura, minha condição moral tinha-se deteriorado a tal ponto que nenhum tipo de vício me era estranho. Nesse meio tempo, o sucesso de nossas gravações produziram desavenças entre os membros da banda, e finalmente nos separamos.

Um dia depois de uma maratona de estúdio e uma orgia de drogas, acordei com o rosto no chão de um banheiro frio, na casa de uma vocalista de Hamburgo. Estava me afogando em meu próprio vômito, lutando pela vida. Contudo, achava-me bastante consciente para invocar o Deus de minha juventude, a quem eu havia esquecido há muito.

Ele, porém, não me tinha olvidado ou abandonado. Algo miraculoso ocorreu naquele dia. Meus rumos haviam provocado uma reviravolta importante, mas esse foi apenas o começo de uma viagem tortuosa, durante a qual experimentei muitas recaídas no rock, antes de libertar-me desse vício infame.

(continua…)

Diálogo Universítário
Série 5 minutos

A Fuga do Rock

25 novembro 2009

Por Brian Neumann

Minha peregrinação espiritual do rock para a Rocha dos Séculos é uma história dolorosa de vício, autodestruição e redenção.

Meus pais eram missionários adventistas do sétimo dia. Portanto, pareceria quase um absurdo que seu filho mais moço, criado no coração da África, mergulhasse no mundo do rock.

Todavia, isso aconteceu. Não súbita, mas gradualmente. Teve início quando, em companhia de alguns amigos, passei a ouvir certas músicas. Um cântico levou a outro e finalmente meus talentos naturais para a música e a arte foram canalizados para o sonho irreal e psicodélico do rock. Acabei sendo fisgado. O poder, as vestes, a fama e a presença mundial da revolução do rock cativaram-me. Logo me vi separado do mundo espiritual e da fé de meus pais. Uma nova era, uma nova cultura, tinham-se apoderado de minha vida, como ocorrera com a vida de tantos outros.

Logo passei para um estado permanente de rebelião. Nas palavras de um pop star do rock, David Crosby, “imaginei que a única coisa a fazer era roubar seus meninos… Ao dizer isso, não estou falando de seqüestrar, mas de mudar o sistema de valores, que os remove muito efetivamente do mundo de seus pais”.1″.

Meu sonho era aprender a tocar violão, coisa que fiz a toda pressa a fim de conquistar o “mundo deslumbrante de sexo, drogas, moda e rock’n’roll”. Eu sabia que o rock era exatamente isso. O próprio empresário dos Rolling Stones havia dito inequivocamente: “Rock é sexo. Você precisa impressionar os adolescentes com isso!”2

O rock e a cultura popular apregoavam ao meu subconsciente que não havia nada de errado com sexo pré-conjugal. O resultado tornou-se evidente em 1980, um ano após terminar o ginásio. Tornei-me, então, pai de uma criança.

(continua…)

 Notas e referências:
1. Peter Herbst, The Rolling Stone Interviews (Rolling Stones Press, 1981).
2. Time (April 28, 1967), p. 53.

Diálogo Universítário
http://dialogue.adventist.org/articles/12_3_neumann_p.htm
Série 5 minutos

Providências

15 setembro 2009

“Tudo quanto nos tem confundido acerca das providências de Deus será esclarecido no mundo vindouro. Naquilo em que a nossa mente só via confusão e promessas desfeitas, veremos a mais perfeita e bela harmonia. Saberemos que o amor infinito dispôs as experiências que nos pareciam as mais probantes. Ao reconhecermos o terno cuidado daquele que faz todas as coisas contribuírem para o nosso bem, regozijar-nos-emos com júbilo inexprimível e repleto de glória.”

Ellen G. WhiteTestemunhos Seletos, vol. 3 l p. 433
Série 5 minutos

Eu te ajudo

20 agosto 2009

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“Mas tu, ó Israel, servo meu, tu, Jacó, a quem elegi, descendente de Abraão, meu amigo, tu, a quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei, não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou o teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a minha destra fiel.

Eis que envergonhados e confundidos serão todos os que estão indignados contra ti; serão reduzidos a nada, e os que contendem contigo perecerão.

Aos que pelejam contra ti, buscá-los-ás, porém não os acharás; serão reduzidos a nada e a coisa de nenhum valor os que fazem guerra contra ti.

Porque eu, o Senhor, teu Deus, te tomo pela tua mão direita e te digo: Não temas, que eu te ajudo” (vs. 8-13).


Isaías
, cap. 41.

Série 5 minutos

The Story of Stuff

24 junho 2009

The Story of Stuff

Um recadinho ecológico pra quem gostar de comprar…
 
Não sei quantos de vocês já assistiram esse vídeo, mas acho ele muito interessante. O título é “The Story of Stuff”, e assim como o título ele é todo apresentado em inglês…sorry! Para a nossa alegria, para aqueles que precisarem e quiserem, o site também disponibiliza legendas em português, yes! Basta descer um pouco a barra de rolagem do site até um pequeno quadrado laranja no qual está escrito “Other languages?” e clicar.. as opções irão aparecer 🙂
 
Nele Annie Leonard  fala um pouco sobre o mundo consumista em que vivemos e procura passar um pouco de consciência sustentável àqueles que gostam de fazer umas comprinhas semanais “básicas”. Leonard é diretora deste projeto e já participou de vários outros grupos de proteção ambiental, entre eles o Greenpeace Internacional. Esta escritora engajada já viajou mais de 40 países, nos quais tem testemunhado as realidades que apresenta no vídeo.
 
O site é www.storyofstuff.com

Well..enjoy it!

“Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão”

31 maio 2009
(Foto: Claudia Silveira/G1)

Foto: Claudia Silveira/G1

 

Lia um site de notícias hoje pelo inicio da tarde, quando me deparei com uma matéria que a princípio me pareceu um tanto quanto engraçada. O título era: “Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão. Curso básico de culinária é saída para jovens que não sabem cozinhar. Moda da alta gastronomia dá lugar à necessidade de comida caseira”. A matéria vai apresentando jovens entre 24 e 32 anos que vêem a necessidade de aprender a cozinhar porque vão morar ou já moram sozinhas, porque vão se casar ou porque vão se mudar para o exterior.

 

Em seguida a repórter escreve: “Entre os alunos que procuram o curso básico de culinária (…) a maioria não tem referência familiar de cozinha, como acompanhar a mãe ou o pai preparando pratos para a refeição do dia-a-dia. ‘Acho que isso tem muito a ver com essa geração criada por pais que trabalham fora o dia todo. Essas crianças são os adultos de agora’”.

 

A princípio trazer essa matéria aqui pro blog pode parecer um tanto quanto bobo, mas paremos um segundo pra pensar. Em meio a uma vida de correria, em que as pessoas fazem suas refeições mais em restaurantes do que em casa, muitos de nossos jovens não têm mais a experiência e o privilégio de ter os pais em casa e todos ao redor da mesa na hora das refeições. O interessante é que, segundo a reportagem, grande parte dessas jovens é religiosa, muitas, evangélicas.

 

Nós, como cristãos adventistas, sabemos o quão importante é a família e o quanto os pequenos momentos como este são essenciais na construção de um lar sólido. Não é a toa que Ellen G. White possui um livro só sobre isso*. Mas será que alguns de nós também não estão precisando de umas aulinhas?

 

* O Lar Adventista

Semelhantes atraem semelhantes

18 maio 2009

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 “Os semelhantes atraem os semelhantes; os semelhantes apreciam os semelhantes. Que o amor pela verdade, pureza e bondade seja cedo implantado na alma, e o jovem procurará companhia daqueles que possuem essas características”.

 Ellen G. White l Patriarcas e Profetas l p. 176
Série 5 minutos

Na presença do Filho do homem

10 maio 2009

prece

          “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (vs. 36-39).

          “Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço. Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face de toda a Terra. Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem” (vs. 34-36).

Mateus e Lucas l Bíblia Sagrada l Caps. 24 e 21
Série 5 minutos

A escolha é sua

25 abril 2009

 

129_108-guerrilhaimagem: http://oglobo.globo.com/pais/Noblat/post.asp?t=libertadas-as-duas-refens-da-farc&cod_Post=86424&a=111

 

As palavras de Jesus estão se cumprindo ao pé da letra. Guerras e rumores de guerras. Guerras entre irmãos, loucas e sem sentido. Guerras que nascem no fundo do coração humano. O homem e a mulher se esforçam para entender o que acontece dentro de si, mas não conseguem.

Em 1984, dirigi uma série evangelística no Estádio Nacional de Lima. Quarenta mil pessoas lotavam o estádio todas as noites. Gente desejosa de ouvir as boas-novas do evangelho. Um mês depois, recebi uma carta de um militante do movimento guerrilheiro que tanta dor causou ao meu povo. A carta dizia: “Estive no Estádio Nacional, não porque me interessasse pelo que o senhor ia dizer. Estava lá numa missão designada pelo meu grupo. Estamos presentes em todos os lugares, com os olhos e os ouvidos atentos. Fui ao estádio naquele dia para cumprir uma rotina. Eu não sou mau. Sou simplesmente um sonhador. Sonho com um país livre, onde as crianças nasçam com esperança, e não condenadas a uma vida de exploração e miséria. Infelizmente, para construir esse país, é necessário destruir a sociedade estabelecida. Eu pensava que para isso devia-se pagar um preço, e o preço era o derramamento do sangue de gente inocente. Mas, naquela noite, eu o ouvi falar de Jesus. Descobri que todo o sangue que seria necessário derramar para construir uma sociedade nova já havia sido derramado na cruz do Calvário. Mas que o senhor quer que eu faça agora com a lembrança dos meus crimes? Que faço com os pesadelos que me consomem todas as noites? Como retiro da minha mente a imagem de gente inocente que suplica de joelhos que não a mate? Aonde vou com minha dor, com meu passado, com o peso terrível da minha culpa?”

Este foi sempre o grito desesperado do coração humano: O que faço? Que farei? Para onde vou? Em meio a esse torvelinho de lutas e aflições, eu convido você a ouvir a voz mansa de Jesus: “Deixo-vos a paz, a Minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize” (João 14:27). Nos tempos de conflitos e guerras em que vivemos, não pode haver convite mais doce.

Você aceitará o convite? A resposta é apenas sua.

Texto de Alejandro Bullón l Sinais de Esperança l pp. 22 e 23
Série 5 minutos

Testemunho

6 novembro 2008


Aquele que em seu trabalho encontra provas e tentações, deve aproveitar com essas experiências, aprendendo a apoiar-se mais decididamente em Deus. Deve sentir a todo momento sua dependência de Deus. Nenhuma queixa deve ser cultivada em seu coração ou ser pronunciada por seus lábios. Quando bem-sucedido, não deve tomar para si nenhuma glória, porque seu êxito é devido à operação dos anjos de Deus sobre o coração. E lembre-se ele de que tanto no tempo de animação como no de desânimo, os mensageiros celestiais estão sempre a seu lado. Ele deve reconhecer a bondade do Senhor, e louvá-Lo com alegria.

 

Ellen G. White l Testemunhos Seletos, vol. 2 l p. 550
Série 5 minutos ( num 33 )