Archive for junho \27\UTC 2010

“Children See, Children Do”

27 junho 2010

Em mais um sábado de muita chuva na Grande Porto Alegre o grupo foi cantar na Igreja Central de Cachoeirinha e como era o 13° sábado do segundo trimestre escola sabatina foi diferente.  As crianças, ou melhor, o departamento infantil esteve à frente da escola sabatina. Foram elas que deram as boas vindas, que contaram a história da carta missionária e tocaram o hino durante o recolhimento das ofertas.

Essa participação das crianças me fez pensar na grande influência que o incentivo dado pelos pais agora pode ter no futuro. A Bíblia relata como Jesus foi educado quando era pequeno. Sua mãe o incentivava a estudar e buscar a Deus. Tem muitos ditados que traduzem a influência dos pais como “a fruta não cai longe do pé“, “filho de peixe, peixinho é” e por aí vai… Mas é interessante que muitas vezes os pais não se dão conta. É quase certo que você já viu algum pai ou mãe dizendo: “ele é muito pequeno, nem sabe o que a gente está fazendo”. Pode não saber, mas vai fazer igual. Dê uma olhada nesse vídeo.

E o Inverno Chegou

22 junho 2010

Hoje foi difícil de levantar da cama. O inverno chegou e chegou pra valer aqui no sul. Dando uma pesquisada vi que o inverno não começava tão gelado há 5 anos. Agora de manhã, indo para a faculdade, passei por um termômetro e vi 3°, exatamente como na foto ao lado. Estava, e ainda está, muito frio.

Mas tanto frio, e eu cheio de roupa, me fez lembrar que muitas pessoas passaram a noite na rua. Pessoas que assim como nós sentem muito frio, mas não tem uma casa, uma cama, vários cobertores e edredons, vários casacos e blusões para de alguma maneira aliviar um pouco o frio que estão sentindo.

Pois é, acho que muitos de nós já pensamos sobre isso mas não fizemos muita coisa a respeito. Se fizemos, sempre é hora de fazer um pouquinho mais. Todos temos no armário algum casaco ou blusão que não usamos porque está manchado, feio, fora de moda, ou simplesmente porque não gostamos mais e que poderia aquecer uma pessoa que está mais preocupada com o frio do que com a beleza do que casaco. A mesma coisa vale para os cobertores edredons. Um cobertor faltando na nossa casa talvez não faça diferença, mas para uma família que tem apenas um faz uma diferença muito grande.

Em Mateus está escrito que Jesus vai dizer para os salvos “…estava nu e me vestiste.” E eles vão perguntar “…quando Te vimos nu e te vestimos?” E Jesus vai dizer: “Em verdade vos digo que quando fizestes a um destes meus pequeninos, a Mim o fizestes.”

Alguém precisa de um casaco nosso. Vamos ajudar alguma pessoa a não passar tanto frio nesse inverno.

Qual é a Maior Necessidade do Mundo?

10 junho 2010

Como você responderia essa pergunta? Antes de continuar lendo, pare e responda essa pergunta a você mesmo.  São tantas coisas,  né? É difícil escolher uma só como a maior necessidade o mundo, mas Ellen White no livro Educação, página 57 dá uma resposta muito boa para essa pergunta.

A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus. “

Agora, imagine se todos, TODOS os seres humanos fossem assim como descreveu a senhora White. Imagine um governo cheio de homens e mulheres “honestos, que não se vendem, que são verdadeiros”. Pense em um mundo onde as pessoas não roubam das outras, onde um respeita o outro, onde o mais rico ajuda o mais pobre. Esse é o mundo descrito nesse parágrafo acima e que, infelizmente, não tem como se tornar realidade aqui na Terra.

Julgando Pela Aparência

3 junho 2010

Tirei essa história da meditação “Com a Eternidade do Coração” de Rubem M. Scheffel, dia 26 de maio.

Malcom Forbes conta que uma senhora, usando um vestido de algodão já desbotado, e seu marido, trajando um velho terno feito à mão, desceram do trem em Boston, EUA, e se dirigiram timidamente ao escritório do presidente da Universidade de Harvard. Eles não haviam marcado entrevista.

A secretária, num relance, achou que aqueles caipiras do interior nada tinham a fazer em Harvard.

– Queremos falar com o presidente – disse o homem em voz baixa.

– Ele vai estar ocupado o dia todo – respondeu rispidamente a secretária.

– Nós vamos esperar.

A secretária os ignorou por horas a fio, esperando que o casal finalmente desistisse e fosse embora. Mas eles ficaram ali, e a secretária, um tanto frustrada, decidiu incomodar o presidente, embora detestasse fazer isso.

– Se o senhor falar com eles apenas por alguns minutos, talvez resolvam ir embora – disse ela. O presidente suspirou com irritação, mas concordou. Com o rosto fechado, ele foi até o casal.

– Tivemos um filho que estudou em Harvard durante um ano – disse a mulher. – Ele amava Harvard. Mas, um ano atrás, ele morreu num acidente e gostaríamos de erigir um monumento em honra a ele em algum lugar do campus.

– Minha senhora – disse rudemente o presidente -, não podemos erigir uma estátua para cada pessoa que estudou em Harvard e morreu. Se o fizéssemos, este lugar pareceria um cemitério.

– Oh, não! – respondeu rapidamente a senhora. – Não queremos erigir uma estátua. Gostaríamos de doar um edifício.

O presidente olhou para o vestido desbotado da mulher e para o velho terno do marido, e exclamou:

– Um edifício! Os senhores têm sequer uma pálida ideia de quanto custa um edifício? Temos mais de 7,5 milhões de dólares em prédios aqui em Harvard.

A senhora ficou em silêncio por um momento, e então disse ao marido:

– Se é só isso que custa para fundar uma universidade, por que não termos a nossa própria?

O marido concordou. O casal Leland Stanford levantou-se e saiu, deixando o presidente confuso. Viajando para Palo Alto, Califórnia, eles estabeleceram ali a Universidade de Stanford, em homenagem a seu filho, ex-aluno de Harvard.”