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“Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão”

31 maio 2009
(Foto: Claudia Silveira/G1)

Foto: Claudia Silveira/G1

 

Lia um site de notícias hoje pelo inicio da tarde, quando me deparei com uma matéria que a princípio me pareceu um tanto quanto engraçada. O título era: “Mulheres contratam chef em SP para aprender a fazer arroz com feijão. Curso básico de culinária é saída para jovens que não sabem cozinhar. Moda da alta gastronomia dá lugar à necessidade de comida caseira”. A matéria vai apresentando jovens entre 24 e 32 anos que vêem a necessidade de aprender a cozinhar porque vão morar ou já moram sozinhas, porque vão se casar ou porque vão se mudar para o exterior.

 

Em seguida a repórter escreve: “Entre os alunos que procuram o curso básico de culinária (…) a maioria não tem referência familiar de cozinha, como acompanhar a mãe ou o pai preparando pratos para a refeição do dia-a-dia. ‘Acho que isso tem muito a ver com essa geração criada por pais que trabalham fora o dia todo. Essas crianças são os adultos de agora’”.

 

A princípio trazer essa matéria aqui pro blog pode parecer um tanto quanto bobo, mas paremos um segundo pra pensar. Em meio a uma vida de correria, em que as pessoas fazem suas refeições mais em restaurantes do que em casa, muitos de nossos jovens não têm mais a experiência e o privilégio de ter os pais em casa e todos ao redor da mesa na hora das refeições. O interessante é que, segundo a reportagem, grande parte dessas jovens é religiosa, muitas, evangélicas.

 

Nós, como cristãos adventistas, sabemos o quão importante é a família e o quanto os pequenos momentos como este são essenciais na construção de um lar sólido. Não é a toa que Ellen G. White possui um livro só sobre isso*. Mas será que alguns de nós também não estão precisando de umas aulinhas?

 

* O Lar Adventista

Lifehouse – Everything

29 maio 2009

A encenação é comovente. Quando assistir, não só ouça, veja, preste atenção. Pra quem se interessar no que a letra fala, abaixo um link com a tradução.

Letra traduzida.

12 anos

24 maio 2009

São 5 horas e 7 minutos da manhã deste domingo, 24 de maio, e o grupo (quase todo) esta aqui num posto da 3ª perimetral, reunido pra sair pra Pelotas, pra um trabalhinho. Assim, passaremos este aniversário juntos.

Pra marcar aqui esta comemoração vou repartir com vocês uma das músicas que comemoraram nossos 11 anos, ano passado. Vida que segue…

http://www.youtube.com/watch?v=jr2uOiVykyg

Semelhantes atraem semelhantes

18 maio 2009

criança-no-espelho

 “Os semelhantes atraem os semelhantes; os semelhantes apreciam os semelhantes. Que o amor pela verdade, pureza e bondade seja cedo implantado na alma, e o jovem procurará companhia daqueles que possuem essas características”.

 Ellen G. White l Patriarcas e Profetas l p. 176
Série 5 minutos

Pai Relapso de Filho Mimado

15 maio 2009

As coisas não mudam muito de um lugar para outro. As experiências vividas no bairro Menino Deus em Porto Alegre podem ser as mesmas que um agricultor do Nepal vivencia. Isso porque as coisas que envolvem o cotidiano de todos no mundo, raramente mudam radicalmente. Casa, trabalho, lazer, às vezes igreja, e de volta pra casa de novo. Nesses lugares ou no caminho que os separam, pode acontecer muita coisa.

 No trabalho, por exemplo, nós adventistas uma hora ou outra acabaremos testemunhando do sábado. Mais de uma vez. A reação de empregadores e colegas, variavelmente é de choque. E o custo que se paga pela sinceridade e fidelidade acaba sendo preconceito, desentendimento e dissidência.

 Não só dos terceiros, os não-adventistas, mas da gente mesmo. Depois de uma reação meio atravessada, vai dizer que não emerge uma vontade de mandar a pessoa estudar Êxodo 20? Soltar um: vai ler a Bíblia, rapaz, depois vem falar comigo.

 Essa semana, alguém resolveu disseminar sua opinião entre nossos colegas de trabalho de que quem não trabalha no sábado por causa de religião, é vagabundo. A pessoa continuou sua tese, mal sabe ela, nada original: aqui na Nova Zelândia, não tem essa história de sábado. Quem quer juntar dinheiro, trabalha quando tiver trabalho. Deus não se importa.

 Quando ouvi isso, passei boa parte da tarde refletindo a respeito. Principalmente do conceito que essa pessoa tem de Deus. Um ser, uma entidade que se comporta como um pai relapso perante um filho manhoso. Deus mandou que eu respeitasse o dia que ele separou, mas eu não quero. Eu acho que posso fazer o que bem entender nesse dia. E só porque eu penso assim, acho que ele vai me compreender, respeitar e acima disso, me encher de privilégios. Entre eles o Céu, claro.

 Pra terminar. Primeiro, por mais que as coisas pareçam difíceis, Deus vai sempre reservar trabalho, dinheiro, sustento pra quem decidir se posicionar ao seu lado na trincheira da vida. Segundo, olhar o cisco no olho alheio é distração. Eu, tu, ele e todos os pronomes pessoais dentro da igreja podem estar tropeçando na mesma pedra: a guarda do sábado. Porque guardar o sábado não se resume a não trabalhar. Terceiro, daqui a pouco vamos entrar nesse dia separado por Deus, agora, hoje, não seja um filho mimado.

Na presença do Filho do homem

10 maio 2009

prece

          “Mas a respeito daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos dos Céus, nem o Filho, senão o Pai. Pois assim como foi nos dias de Noé, também será a vinda do Filho do homem. Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio comiam e bebiam, casam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca, e não o perceberam, senão quando veio o dilúvio e os levou a todos, assim será também a vinda do Filho do homem” (vs. 36-39).

          “Acautelai-vos por vós mesmos, para que nunca vos suceda que o vosso coração fique sobrecarregado com as consequências da orgia, da embriaguez e das preocupações deste mundo, e para que aquele dia não venha sobre vós repentinamente, como um laço. Pois há de sobrevir a todos os que vivem sobre a face de toda a Terra. Vigiai, pois, a todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do Filho do homem” (vs. 34-36).

Mateus e Lucas l Bíblia Sagrada l Caps. 24 e 21
Série 5 minutos

comunicação – parte 2

5 maio 2009

sofisma

Sempre gostei de uma música pouco antiga, que foi regravada há não muito tempo no DVD ao vivo do Novo Tom. Chama-se ‘Usa-me’. Feita pelo Lineu e pelo Mário Jorge, ela é a oração de um servo do Senhor que agradece por ter sido escolhido por Deus para o seu trabalho. Ele ainda pede que Deus o use conforme sua vontade. Diz querer compreender mais o seu amor e falar de modo claro, a outros, impulsionado e inspirado por Ele.

Pela minha ignorância, achava engraçado e contraditório o seguinte fragmento da música: “… necessita compreender sem sofisma a salvação. Eu desejo em todo tempo falar claro da Tua graça…”.

Como podia alguém que usava a palavra ‘sofisma’ dizer imediatamente depois querer falar claramente? Hehe. Fui pro dicionário e descobri que sofisma é o raciocínio ou argumento que aparentemente é lógico, mas é falso e enganoso. Vi que esta palavra faz parte do nosso dia-a-dia mais do que pensamos. Informações manipuladas, conceitos distorcidos, defesa de interesses próprios bem argumentada… Por fim… a música ficou mais clara pra mim. Espero que pra vocês também.