Archive for julho \24\UTC 2008

Nosso Exemplo

24 julho 2008


Príncipe dos mestres, buscava acesso ao povo por meio de suas mais familiares relações. Apresentava a verdade de maneira que daí em diante ela estaria sempre entretecida no espírito de Seus ouvintes com suas mais sagradas recordações e afetos. Ensinava-os de maneira que os fazia sentir quão perfeita era Sua identificação com os interesses e a felicidade deles. Suas instruções eram tão diretas, tão adequadas Suas ilustrações, Suas palavras tão cheias de simpatia e animação, que os ouvintes ficavam encantados. A simplicidade e sinceridade com que Se dirigia aos necessitados santificavam cada palavra. 

Ellen G. White l A Ciência do Bom Viver l pp. 23 e 24 

Série 5 minutos  ( num 25 )

Seis mitos do Casamento (7)

18 julho 2008

Algumas conclusões.
   

O casamento é uma grande aventura. É também uma das arenas mais desafiadoras da vida. Num mundo com falsas imagens de amor e romance, quanto mais soubermos mais efetivos podemos ser na busca de um companheiro e na construção de um notável matrimônio, uma vez tenhamos encontrado essa pessoa especial.


Que princípios podemos ressaltar? Primeiro tenha a certeza de que você está construindo uma forte amizade com alguém com quem pensa em se casar, ou com a pessoa com quem você se casou. Trabalhe na construção de uma forte comunicação, mas não espere perfeição, especialmente no calor de uma discussão. Não se deixe enganar por uma corrida inicial de química eufórica ou de pânico quando ela se acaba. Os ingredientes de uma paixão duradoura e de comprometimento são muito diferentes do que você assiste nos filmes e na TV.


Trabalhe os pontos que você tem em comum com o cônjuge, especialmente na área de valores básicos de vida e no modo em que vive. Se você ainda não é casado, apenas se lembre de que aqueles com quem possui mais semelhança podem ser mais importantes do que você imagina.


 

Calvin Thomsen

é pastor do ministério familiar na Universidade de Loma Linda da Igreja Adventista do Sétimo Dia na Califórnia. Thomsen está concluindo seu Ph.D. em terapia matrimonial e familiar, e leciona terapia familiar, terapia matrimonial e terapia sexual na Universidade de Loma Linda, sendo ainda conselheiro pastoral na Universidade de La Sierra. Email: cthomsen@lluc.org.

 

Diálogo Universitário l Série 5 minutos ( num 24 )

Música para Músicos

17 julho 2008

Está claro que pintar um quadro e mostrar para Leonardo da Vinci é um pouco mais perturbador que mostrá-lo à sua mãe, certo? Quando se faz música, semelhantemente, apesar de não se buscar isso incessantemente, a aprovação de outros músicos se faz um pouco mais relevante que das demais pessoas. Principalmente – talvez unicamente – pelo ponto de vista da técnica e aperfeiçoamento. Porque é deles e com eles que se aprende e se desenvolve, escutando sugestões e críticas.

De que uvas passas o Maurício está falando depois de hibernar e não escrever no blog por séculos?

Bem, nesse fim de semana zarpamos de novo para o oeste de nosso estado. Ficamos muito contentes pelo convite e já estávamos sentindo falta de um programa de índio, no bom sentido, claro. Vamos sair de madrugada de Porto Alegre. Contentíssimos. Só que dessa vez levamos uma novidade na bagagem. Aliás, duas novidades. Se tudo der certo, levaremos conosco um ex-ea e uma new-ea. O ex é o Filipe Santos. Ele foi o único baixo do grupo por anos. A estreante é a Stefanie. Menina corajosa de – acredite! – 12 anos incompletos.

Por que corajosa? Simples, mas para explicar isso preciso antes apresentar uma tradição do grupo. Sempre que um novo membro chega, uma de suas primeiras tarefas é fazer um solo para os outros ouvirem em um ensaio. Dá pra imaginar o nervosismo, certo? Foi assim com todo mundo. Todos sempre cantaram pedaços de música ou estrofes, suando e com a barriga virada do avesso. Com a Stefanie não foi diferente, mas ela não cantou um pedaço, ou uma música. Ela cantou 3! E se o Jaire continuasse pedindo, acho que cantaria mais.

Enfim, estamos felizes. Porque temos velhos e novos amigos entre nós, e porque estamos viajando para encontrar os amigos que fizemos no começo do ano, no acampamento de verão. Entre Amigos, afinal de contas, é um nome que vem a calhar…

Seis mitos do Casamento (6)

10 julho 2008


Mito 6:
Os opostos se atraem.


A proposição dessa crença é de que somos atraídos por alguém com muitas diferenças, porque nos sentimos mais completos diante das desigualdades dele ou dela. Mais uma vez há alguma verdade nisso, mas não em sua totalidade. As pessoas procuram encontrar algumas diferenças como fator positivo e ponto de atração. As pesquisas mostram que as melhores uniões incluem mais similaridades do que diferenças, e que sendo parecidos em muitos aspectos (tais como idade, educação, preferência religiosa e valores básicos de vida, etc.) haverá maiores níveis de satisfação marital.10 Uma pesquisa sobre tipos de temperamento (tais como a escala de Meyer’s Briggs) mostra que os casais podem apreciar algumas diferenças mas, aqueles que são opostos em todas as quatro escalas são menos felizes que os mais parecidos.11


O melhor meio de abordar o assunto sobre as diferenças é entender que a maioria de nós aprecia poucas diferenças-chave nos estilos que dão equilíbrio à vida. É bom aceitar essas diferenças e não começar um projeto de reforma massiva, uma vez que já nos “enforcamos” mas, se você está procurando um parceiro, não suponha simplesmente que muitas diferenças serão fáceis de superar. As diferenças a que você “faz vistas grossas” na relação podem tornar-se mais desafiadoras com o passar do tempo. É muito melhor buscar alguém que realmente compartilhe seus valores básicos e estilo de vida.

 

 

REFERÊNCIAS

10. Ayala Pines, Falling in Love: Why We Choose the Lovers We Choose (New York: Routlidge, 1999), p. 53.

11. David Keirsey, Please Understand Me II (Del Mar, California: Prometheus Nemesis Book Company, 1998), p. 212. 

 


 

Diálogo Universitário l Série 5 minutos ( num 23 )

Post 7 / 2003

5 julho 2008


O ano de 2003 começou bem diferente para o EA. Como a Paula escreveu no penúltimo post, o mais novo casal do grupo, na época, se mudou para Campo Grande. Só que o Leonardo era “diretor do grupo e compositor da maioria das músicas até então”. E agora? Quem seria o diretor? E as músicas, quem iria compor? A partir daí surgiram novidades no EA. O Jaire assumiu a direção do grupo e o André ficou como diretor musical. Era uma baita responsabilidade assumir a direção vocal do EA porque o grupo sempre teve seus “rouquinhos” e “HA-HU-HA” e isto já havia se tornado marca registrada do grupo. Faltavam as composições. Então apareceram o Maurício e o Fábio, mas isso é mais pra frente.


Outra coisa que marca esse ano é que foi um dos anos que mais entrou gente no grupo (e que saiu também). Foram seis pessoas que entraram, eu acho, inclusive eu. Neste ano nós cantamos na formatura do Harrison (minha primeira apresentação), e cantamos na vigília que teve na central. Na ocasião da vigília a irmã de uma (ex) componente se batizou. A irmã da Cláudia (que eu não me lembro o nome).


O grupo estava empolgado com tanta gente nova – e novo diretor musical – que decidiu fazer um uniforme novo também. Foi o terceiro uniforme, e o primeiro (mais uma estréia) sob a direção da Bia, nossa designer de moda.

Seis mitos do Casamento (5)

1 julho 2008


Mito 4:
Uma pessoa que sente pouca paixão sexual espontânea está sexualmente morta e é uma pobre parceira conjugal.


Quando imagens superaquecidas de sexo constantemente bombardeiam através da mídia, muitas pessoas casadas sentem que deveriam estar continuamente abrasadas com paixão por seu cônjuge. Se eles se vêem entre contas e lavanderia, raramente pensando em sexo, e querem apenas dormir toda vez que a oportunidade se apresente, podem sentir-se culpados
.


Até bem recentemente, os sexólogos supunham que todas as pessoas experimentam o desejo sexual da mesma forma. Algo que você sente desperta um sentimento subjetivo de estimulação. A estimulação gera o desejo sexual, mas, como Michelle Weiner Davis cita, “para algumas pessoas, o desejo sexual — o motivo de tornar-se sexual — não precede o sentimento de excitação; ele na verdade o segue”.
9 Em outras palavras, há pessoas que raramente experimentam fantasias apaixonantes, mas, se elas se sentem excitadas com seu parceiro, podem descobrir que apreciam profundamente a experiência e se tornam muito mais unidas.


Pessoas que tiveram a sensação frustrante de fracasso, de culpa e distanciamento de seus cônjuges, podem descobrir que pôr esse mito de lado os ajuda a se sentirem muito melhores com eles mesmos e mais responsivos para com seus parceiros. É também um lembrete de que o contexto de um casamento estável e comprometido, no qual as pessoas não negligenciam as necessidades íntimas de cada um, pode na verdade ser o cenário para gerar paixão marital. A chance para investir na intimidade marital é boa para esposos e esposas.

 

REFERÊNCIAS

9. Michelle Weiner Davis, The Sex-Starved Marriage (New York: Simon and Schuster, 2003), p. 12. 

 

 

Diálogo Universitário l Série 5 minutos ( num 22 )