Archive for junho \28\UTC 2008

Post 6/2002

28 junho 2008

Desde o início do Entre Amigos até hoje, sempre buscamos fazer algo mais, ou seja, dedicar inteiramente nossos talentos a Deus. Neste ano de 2002, em especial, participamos de um projeto da Divisão Sul Americana da Igreja Adventista do 7º Dia na cidade de Santiago, RS. Este foi um projeto de evangelismo integrado coordenado pela senhora Evelyn Nagel, diretora do Departamento dos Ministérios da Mulher e esposa do então presidente da divisão, pastor Rui Nagel.

Fazer algo mais! O momento era bastante oportuno, pois era Semana Santa. E foi exatamente o que tivemos a chance de fazer. Durante o dia, o EA, que tinha entre os seus componentes profissionais da área saúde, participava do Projeto Cidade Ativa, assistindo às pessoas que buscavam atendimento nos postos de saúde. Também fazíamos visitas à comunidade onde podíamos cantar e falar um pouco do real sentido da Páscoa. À noite, as pessoas que foram visitadas, retribuíam com a sua presença em programas especialmente organizados para recebê-las. O local, um tanto modesto, ainda sem portas e janelas, favorecia a divulgação do evento despertando a atenção de todos que passavam na rua, pelo som das músicas e pela luz das projeções.

O pastor Eder Júnior Walter através de contato firmado com a Secretaria de Cultura do município, agendou uma apresentação em uma praça em frente à igreja Adventista de Santiago. Muitas pessoas que por ali passavam, tiveram a oportunidade de conhecer nosso grande amigo Jesus, através da mensagem cantada e foram convidadas para participarem das programações da igreja. Que felicidade experimentamos quando presenciamos algumas destas pessoas chegando para os cultos.


Agora falando sobre casamento, a maioria do pessoal veio pro grupo trazendo seu par. Para alguns, entretanto, o EA reservou ainda mais bênçãos, fez com que encontrassem sua cara metade. Este foi o caso de André e Bia que começaram a namorar depois que ela entrou no grupo e se casaram em janeiro de 2002. Veja a foto do grupo na festa.

 

Foi em Aratinga que decidimos fazer o nosso retiro anual. Lá, o frio tradicional da serra misturado com a animação do pessoal promoveu um encontro inesquecível. Ensaios e mais ensaios, fogueira, passeios em meio as araucárias, tudo isso recarregou as nossas baterias para o restante do ano. Recebemos, também, visitantes ilustres neste retiro, pastor Odailso e Elen Fonseca.

Em 2002 também tivemos a oportunidade de fazer o clip da musica Vou seguir Jesus. Para isso, contamos com a colaboração de um casal de grandes amigos, Lanei e Simone Poll. Sabemos que agora, com a chegada do Klaus, fica um pouco mais complicado sair de SP para nos visitar, mas quando tiverem um tempinho, passem por aqui pra matar a saudade e pra fazermos outras produções, que tal?

 

Desde o início do EA tivemos como líder o Leonardo. Neste ano, por motivos profissionais, ele e a Karim precisaram partir para Campo Grande, e aí a realidade mudou.  Coube a mim e ao Felipe a tarefa de administrar este projeto juntamente com a ajuda de cada componente e tentar suprir as lacunas deixadas pela ausência do Léo, que até ali tinha se esforçado pra que o grupo fizesse sempre um trabalho de qualidade.

Quando pequeno, aprendi que Deus usa pessoas comuns para fazer trabalhos nobres. Em todo tempo no EA, tenho percebido o Seu auxílio direta e indiretamente em todas as nossas decisões. Muita coisa aconteceu a partir disso como vocês verão acompanhando os outros posts sobre a história do EA. Todo este trabalho só foi possível porque pudemos contar com a ajuda de cada componente e em especial com as bênçãos do Pai Celeste. A Ele seja toda honra e glória! 

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Seis mitos do Casamento (4)

25 junho 2008

 

Mito 4: Os casamentos inevitavelmente decaem com o tempo.


A maioria das pessoas acredita que a paixão inevitavelmente morre e os casamentos se tornam mundanos à medida que o tempo passa. Embora muitos casais citem um declínio na satisfação matrimonial com o passar do tempo, há muitas descobertas interessantes em recente pesquisa que mostra não ser isso inevitável. Na verdade, o casamento é como muitas outras coisas; é totalmente possível ficar melhor com a prática. O terapeuta matrimonial David Schnarch diz que é apenas mais tarde na vida em conjunto com um parceiro monogâmico, que as pessoas podem começar a descobrir sua paixão e potencial sexual. Da mesma forma, a pesquisa de Gottman mostrou que muitos casais descobrem maior tolerância, maior apreço e muito maior desejo de estar com o outro com o passar do tempo. A maior felicidade no casamento não parece ser encontrada na euforia inicial, mas na satisfação em longo prazo havida num matrimônio de muitos anos
.


A paixão não é algo dependente da idade. Agora sabemos muito sobre a bioquímica e neurologia do amor e da paixão. A “química” de um relacionamento muda com o tempo. Há uma euforia inicial num novo amor que geralmente dura cerca de dois anos, e o tipo específico de química que caracteriza um relacionamento de longo prazo não é o mesmo da química embriagante que fomenta um novo amor. Mas muitas pessoas desistem de um relacionamento após a química inicial começar a mudar. Elas entram numa série de relacionamentos que não duram mais de dois anos, não percebendo que a satisfação emocional de um amor em longo prazo pode ser mais gratificante que a busca por um novo amor.

Diálogo Universitário l
Série 5 minutos ( num 21 )

Post 5 / 2001

20 junho 2008

Continuando a história do EA, no ano de 2001 completávamos 5 anos de grupo, por isso fizermos uma tomada de fotos como esta aí de cima, fazendo 5 com a mão. Usamos estas fotos para o nosso primeiro site, que foi projetado e desenvolvido pelo Jaire.

Neste ano também participamos do CD de aniversário de 9 anos da Rádio Novo Tempo, 99.9 FM, com a música Nada é igual a Cristo. Não dá pra esquecer do solo do Maurício Leopoldo, escuta aí. Abaixo temos a foto da apresentação. O logotipo do EA foi acrescentado por nós na foto, hehe, mas ficou legal, né? O diretor da rádio nesta época era o saudoso pastor Milton Souza.

E continuando a história dos casamentos, em 2001 tivemos o casamento de mais dois componentes do EA, Karin e Leonardo – nosso diretor na época e compositor da maioria das nossas músicas até então. Este casal foi muito importante para o início e desenvolvimento do EA, e hoje, mesmo de longe, morando agora em Campo Grande, ainda contribui muito para o nosso trabalho. São nossos grandes Amigos mesmo!  

 

Seis mitos do Casamento (3)

19 junho 2008


Mito 3:
Ouvir efetivamente e evitar a ira são as chaves para administrar conflitos numa boa relação.


Durante várias décadas tem surgido uma variedade de livros e artigos, sugerindo que os casais empreguem o processo conhecido como “ouvir efetivamente” durante os conflitos matrimoniais. Ouvir efetivamente envolve clara identificação dos sentimentos do outro, usando palavras ternas e tentando repetir as preocupações citadas pelo parceiro em forma de paráfrase. Isso é bem similar ao que os terapeutas fazem quando escutam seus clientes. Os pesquisadores que analisaram cuidadosamente as brigas matrimoniais esperavam encontrar, nos casais bem-sucedidos, o uso regular desse conhecimento para resolver seus desentendimentos e esclarecer conflitos no casamento.

Mas não foi isso o que eles descobriram. De início, eles notaram que praticamente ninguém, na verdade, fala dessa forma no calor de uma discussão. As pessoas simplesmente não usam as palavras prescritas quando as tensões estão em alta. Ainda em raras situações, quando o fazem, não há direta influência na resolução do conflito. Nas palavras de Gottman, “isso nada prediz”. Pode ser que os casais que adotaram tal modelo terminaram esperando um tipo de perfeição no calor do conflito que simplesmente não foi realística.

O estudo, porém, indicou que ouvir efetiva e atenciosamente é valioso de muitas maneiras. Por exemplo, pode ajudar um parceiro a escutar enquanto o outro está se queixando de alguém mais (como o chefe no trabalho). Também é de muita valia numa “conversação de recuperação”, que os casais trabalhem pela restauração do relacionamento depois de uma briga. E isso pode definitivamente ajudar os casais a fortalecerem a intimidade e passarem a conhecer melhor um ao outro, quando não estão em meio a um conflito. Mas a pesquisa matrimonial mostra que, no calor de uma briga, poucas pessoas têm a capacidade de seguir as “regras” da boa comunicação. A maioria das pessoas encontra dificuldade em escutar realmente o que o parceiro está dizendo, e até mesmo os melhores comunicadores são apanhados defendendo suas próprias posições durante uma discussão. Alguma medida de paciência é requerida durante um conflito matrimonial!


Também é interessante o estudo da ira no contexto matrimonial. A ira, por si só, não foi correlacionada estatisticamente ao divórcio, mas o descaso e a atitude defensiva, sim. Casais que brigam muito não são necessariamente menos felizes do que pares que não brigam. Muitos casais que tendem a brigar também sabem como beijar e fazer as pazes. Em verdade, um certo volume de conflito e disputa foi relacionado à duradoura paixão no casamento.

Não é a ira em si que mina o casamento, mas o fracasso em resolvê-la. As pesquisas indicam que a raiva “contendora” é um problema. Muitos pesquisadores têm descoberto que tentar “jogar tudo para o alto”, descarregando sobre o cônjuge, na verdade aumenta o nível de ira e estresse para a pessoa que a expressa. E a proporção abrangente entre um enunciado positivo e um negativo feito ao parceiro pode definitivamente ajudar a predizer as probabilidades de divórcio. Os casais felizes citaram pelo menos cinco comentários positivos para cada um negativo. Um estilo conflituoso e briguento também é problema quando somente um dos cônjuges se sente confortável com esse estilo, isto é, um dos parceiros gosta de brigar e o outro se encontra emocionalmente fragilizado; o estresse pode durar horas ou mesmo dias.

A Bíblia afirma que a ira não é pecado (Efésios 4:26), mas também diz “não se ponha o sol sobre a vossa ira”. Escutar efetivamente pode ser parte do reparo de uma relação após um conflito, mas necessitaremos perdoar a nós mesmos e a nosso companheiro pelas imperfeições na maneira com que lidamos com as diferenças.

 

Diálogo Universitário l Série 5 minutos ( num 20 )

Canudos

15 junho 2008


Apesar de estarmos como grupo pela primeira vez na igreja de Canudos de Novo Hamburgo, o dia foi repleto de reencontros de amigos. Fizemos apresentações na Escola Sabatina, culto e JA. Recuperamos uma antiga tradição do grupo: convidar um prata da casa para fazer as honras do solo inicial. Foi o parceiro aí embaixo. Aliás, foi o voluntário mais rápido da história.

Coincidência Curiosa

13 junho 2008

Neste sábado que passou, dia 7, estivemos participando da programação da Igreja de Farrapos, foi nossa primeira apresentação depois do programa de aniversário. Foi uma manhã muito agradável na companhia dos irmãos de lá e também do nosso pastor.
Esta foi a segunda vez que nos apresentamos lá. A primeira vez aconteceu umas duas semanas depois do início das atividades do grupo, em 24 de maio de 1997- a primeira apresentação do EA – e agora foi duas semanas depois do aniversário, em 24 de maio de 2008! É ou não é uma coincidência curiosa?
Mas uma coincidência que combinamos que não pode acontecer é esperarmos mais 11 anos pra retornarmos lá.

Seis mitos do Casamento (2)

11 junho 2008

Mito 2: Homens são de Marte e mulheres de Vênus.

Essa expressão, derivada de um livro muito conhecido por seu título, sugere que homens e mulheres possuem diferenças profundas e desejam fundamentalmente coisas diferentes em seus casamentos. Um dilúvio de livros populares tenta ajudar os casais a lidarem com suas diferenças, sob a premissa de que existe uma enorme lacuna entre o que homens e mulheres desejam.


São os homens e as mulheres tão diferentes de maneira a afetar o casamento? Conquanto a resposta, como podemos notar, seja “sim”, os livros populares negligenciam o importante fundamento comum existente entre o que o homem e a mulher almejam no casamento e suas necessidades e desejos. E, ainda mais importante, eles negligenciam o fato de que a evidente diferença entre os sexos tem estado ligada, na pesquisa, a casamentos infelizes, porquanto “existem muito poucas diferenças de sexo em casamentos felizes”. O “machismo tradicionalista”(refletido na dominante e controladora abordagem do casamento) está estatisticamente correlacionado a baixos níveis de qualidade no matrimônio.


Sim, existem algumas diferenças comuns que surgem com a pesquisa. Os homens, por exemplo, são mais propensos a retroceder quando existe um conflito marital, e as mulheres tendem a agir mais verbalmente. Isso provavelmente aconteça porque os homens tendem a “saturar-se” mais facilmente de emoções negativas, e levam mais tempo para se recuperarem fisiologicamente após uma discussão. Os homens também possuem a tendência de querer resolver o problema, enquanto as mulheres freqüentemente preferem um homem que as ouça. Os homens se inclinam a ser mais visuais na atração sexual, e menos influenciáveis no contexto da relação. As mulheres geralmente são mais peritas em se ajustar ao estado emocional de outras pessoas, e os homens tendem a ser mais competitivos na conversação.


O fato é que a pesquisa também mostra que homens e mulheres querem consideravelmente as mesmas coisas no casamento, e ambos relatam que a profunda amizade é o mais satisfatório num bom relacionamento. Listas de outros fatores que predizem um bom casamento mostram que há somente leves diferenças em como os sexos se posicionam, quanto ao que realmente os satisfaz numa relação íntima. Um dos segredos mais bem guardados no mundo dos relacionamentos é que o homem, em média, sofre mais complicações emocionais e físicas do que a mulher quando está sem relacionamento íntimo.

   

Casais que constroem sólidas relações estão sintonizados com as personalidades específicas de seus parceiros, e buscam uma firme amizade como base do bom relacionamento. Eles respeitam as diferenças entre os sexos quando elas existem, e buscam opções para satisfazer as necessidades um do outro. Conquanto a Bíblia, de certa forma, use uma linguagem diferente para descrever o papel do homem e da mulher no casamento, o elemento comum é, mutuamente, uma atitude altruísta em que ambos estão receptivos e atentos às necessidades do outro (ver Efésios 5:21-33). Essa não é a descrição de uma divergência selvagem entre o papel dos sexos, ou acerca do domínio do homem sobre a mulher, mas de uma associação amorosa e mútua onde ambos os parceiros estão dispostos a “caminhar a segunda milha” pelo bem do outro.

Diálogo Universitário l Série 5 minutos ( num 19 )

 

 

 
 

 

 

 

Seis mitos do Casamento

4 junho 2008

 

A felicidade no matrimônio pode ser duradoura ou fugaz. Alguns estão casados por 40 anos ou mais, e o amor e romance estão vívidos, alegres como se fossem casados há um mês. Outros mal terminam de abrir os presentes de casamento e já percebem amargura no relacionamento, passando a pensar em divórcio ao invés de um lar permanente. O que faz a diferença entre a felicidade duradoura e um breve romance no casamento?

 

Pesquisas modernas nos dão algumas indicações. John Gottman, professor de psicologia da Universidade de Washington, realizou algumas pesquisas pioneiras no atual contexto norte-americano. Gottman tem estudado milhares de casais, levando em consideração as muitas variáveis que afetam a estabilidade matrimonial. Sua pesquisa tem ajudado a esclarecer fatores que conduzem à felicidade conjugal, e outros indicativos que apontam para uma batalha penosa rumo a um provável divórcio.

 

A pesquisa também sugere alguns dos grandes mitos que cercam o amor e o casamento. Esses mitos não se originaram dos antigos rituais e lendas tribais, mas da suposição comum que muitas pessoas acatam como verdade. Vale a pena explorar alguns desses mitos e analisar as implicações de construir uma sólida relação matrimonial.

 

Mito 1: Grandes expectativas podem arruinar o casamento.

O casamento geralmente é visto como uma boa proposta de negócios — criar filhos, gerenciar bens e construir alianças entre famílias. Além do mais, esperamos que o casamento seja eternamente romântico, cheio de paixão sexual, amizade íntima, abrangendo todas as bases tradicionais de paternidade, conexões familiares e administração financeira cotidiana.

 

As altas expectativas são consideradas como irreais e prejudiciais a um casamento feliz, mas pesquisas recentes indicam que, conquanto seja necessário ser realista em nossas esperanças, as altas expectativas podem levar a maiores investimentos e a melhores resultados na relação. Pessoas com baixas expectativas aparentemente não investem muito num bom relacionamento e estão dispostas a se contentar com uma união mediana ao invés de excelente. Gottman diz: “Pessoas que têm altos padrões e expectativas para o seu casamento desfrutam melhores e não piores uniões”.1

 

(Continua…)

 

Referências
1. John Gottman, The Marriage Clinic: A Scientifically Based Marital Therapy (New York, Norton, 1999), p. 18.


Diálogo Universitário l
Série 5 minutos ( num 18 )

Post 4 – 2000, um ano memorável!

2 junho 2008

No ano 2000 aconteceu um monte de coisas boas, e todas elas envolviam a finalização do CD. A realização deste, que era nosso maior sonho e maior feito, era resultado de muita benção. Entre essas dádivas estão a doação de seis mil dólares; a adesão do selo Musicasa, assumindo a finalização do CD; o acréscimo de uma orquestra conduzida pelo nosso amigo e produtor Henoch; uma sessão de fotos para o cd de cerca de seis horas, que na revelação, acabou queimando em parte.
 
Depois desse contratempo, alteramos o projeto do encarte e, finalmente, com uma nova sessão de fotos de aproximadamente 15 horas, chegamos às que temos em definitivo no nosso encarte; fizemos o lançamento do nosso CD Vem Com Cristo em duas sessões bem lotadas na Assembléia Legislativa; complementamos a aparelhagem de som e viajamos para São Paulo pra cantar em igrejas e pra participarmos da Casa Aberta, em Tatuí. Outro fato bacana desse ano é que cantamos na TV Com… Enfim, uma lista de coisas legais! Bom, vou destacar duas coisas que foram memoráveis pra mim. Acredito que pra todo mundo também.

Lançamento do CD – Uma sessão às 18h para convidados e outra às 20h para todos. Começou com o Henoch ao piano e o Leonardo solando Filho de Deus. Quando as cortinas se abriram, aparece um cenário bem inovador para aquela época, tela branca, pra refletir todas as cores e a logo do grupo como um grande tapete redondo. Cada música tinha um cuidado especial, posicionamento, luz, diálogos, vídeos, brindes, trocas de roupa. Participaram 22 cantores no vocal e, como convidados especiais, Henoch Thomas Jr. ao piano, Márcio Gonçalves no sax, Ronaldo Fagundes solando no Farol e o nosso Pastor da Floresta, Ronaldo Alberto, o Bob. Claro que pérolas surgiram nessa ocasião. Uma delas é a super expressão “Mundo do CD”, criação da Neguinha num depoimento gravado em vídeo. Inauguramos, então, o segundo uniforme. As gurias com um look formal em 3 tons de cinza e os guris de risca de giz. Coisa de gente grande!
Foi um momento memorável, muito feliz e abençoado, que resultou numa das mais agradáveis e belas lembranças pra todos nós que participamos.

Viagem a São Paulo – Essa é engraçadíssima… Quem conhece meu amigo Jaderson Mello, o Jardã, hoje casado com a Lidi, querida Lisane Poll Mello, sabe que ele é um baita trovador. Ele gosta de fazer brincadeiras com todos, gosta do público e o público gosta dele, por isso ele era o cara que fazia a apresentação do grupo nos nossos programas. Super simpático! Bom, como coisas que acontecem na vida… ele conseguiu a incrível façanha de namorar duas gurias chamadas Lisane, uma seguida da outra, primeiro a LISANE SANTOS e depois a LISANE POLL. Ah, já ia esquecendo, as duas cantavam no grupo.
Nessa viagem, o Jardã e a Lidi, deviam estar namorando há uns 4 meses e lá, em São Paulo, iriam encontrar com a família dela pela primeira vez como namorados.
Como de costume, na hora da apresentação dos componentes do grupo, o Jaderson, com sua liberdade e simpatia, começou a citar os nomes e as prerrogativas das pessoas… tal pessoa é solteira e cozinha bem, blá, blá, blá… claro que as gurias ficavam constrangidas e reclamavam com ele, mas não tinha jeito, ele continuava fazendo. Porém, naquele dia, ele não sairia ileso!
Quando foi apresentar a sua namorada ele disse mais ou menos assim:
– Essa é a mais linda, mais espetacular, mais maravilhosa e encantadora das cantoras comprometidas do grupo, é a minha namorada, a Lisane SsssssssssPoll!
Ela certamente já o perdoou por essa pequena troca, pois estão casados há cinco anos, mas como nós, não deve ter esquecido. Foi memorável!!!

Xenofobia na Africa do Sul

1 junho 2008


Sul-africanos mostram armas e gritam slogans xenófobos em Johannesburgo (Foto: Jerome Delay/AP)

Desde o dia em 11 de maio, uma onda de violência tem causado espanto e medo nos moradores da África do Sul. Ela começou no distrito de Alexandra, uma township (favela) de Johanesburgo, antes de se estender às outras favelas da capital econômica e de Pretoria, sede do governo, 60 km mais ao norte. “Imigrantes vindos de países vizinhos foram cercados por homens levando armas e barras de ferro e gritando ‘expulsem os estrangeiros’. Pessoas do Zimbábue, Moçambique e Malauí fugiram para bairros próximos. Casas foram queimadas e lojas saqueadas, e a violência se espalhou para outras áreas da cidade.”

Desde o fim do Apartheid (sistema de segregação racial), em 1994, milhões de imigrantes, vindos principalmente de outros paises africanos, se dirigiram ao país em busca de trabalho e proteção, mas eles acabaram sendo considerados por muitos como responsáveis por alguns dos problemas sociais da África do Sul, como a alta taxa de desemprego, a falta de moradia e um dos níveis de criminalidade mais altos do mundo.


Segundo os dados oficiais entregues pelo porta-voz da polícia de Gauteng, a província onde ficam Johanesburgo e Pretoria, Govindsamy Mariemuthoo, até agora a violência deixou 56 mortos e 650 feridos. O ministro de Defesa e Segurança, Charles Nqakula, afirmou que mais de 1,3 mil pessoas já foram presas e que tribunais especiais foram estabelecidas pelo governo para lidar com a situação.

“A violência contra imigrantes estrangeiros se espalhou na África do Sul, chegando até Strand, a leste da Cidade de Cabo, onde lojas de somalis foram saqueadas provocando a fuga de cerca de 500 pessoas, na noite de quinta-feira.”

Muitos, em todo o pais, foram esfaqueados ou espancados até a morte, outros saqueados, mulheres foram estupradas e mais de 30 mil estao desabrigados; 70 mil estão em abrigos improvisados e 27 mil, segundo informações da Cruz Vermelha, teriam partido com destino ao Moçambique. Strand fica bem proximo a Helderberg,  e temos acolhido aqui no Helderberg College (onde atuo como missionária), algumas pessoas que escaparam dos ataques, a maioria rapazes jovens; um destes, um rapaz de aproximadamente 26 anos, sobreviveu por saber falar Xhosa, um dos dialetos locais.

Imagem e citações retiradas de: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/ em 26/05/2008